sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Itens de segurança ou limite de velocidade?



Tem um documentário sobre segurança para motoristas que no seu fechamento faz a pergunta para o maior especialista da época: Qual seria o automóvel mais seguro para os motoristas? Num típico humor britânico, ele solta: O que tivesse uma faca no meio do volante apontada para o peito do motorista. Ele seria mais cuidadoso.

Um amigo, que trabalhou com sistemas de segurança para ciclistas e era motociclista, dizia com toda razão que "o sujeito pode estar dentro de um tanque de guerra. Se ele conduzir errado vai se machucar".

A questão de boa parte dos itens de segurança obrigatórios nos automóveis podem ser rebatidos sob vários aspectos, todos com base na ciência, portanto em dados. Também deveriam ser debatidos sob aspectos econômicos e sociais. Mas quem se interessa?

Segurança, a real, é ciência, não tem nada a ver com falácia ou propaganda.

A verdade é que quanto mais ilusão, mais chique. Ou, "Dane-se o trabalho semi escravo, se eu tiver mais, melhor, e me sentir mais confortável pagando menos".

Uma revista especializada europeia, não me lembro qual, apontou que muito mais da metade de automóvel moderno são inutilidades. Portanto custos com algum impacto futuro, impacto sério.

Dados estatísticos confiáveis, colhidos em várias partes do planeta, provam sem deixar dúvida, que a quase totalidade dos acidentes tem por razão o seu condutor. Óbvio que sobre isto ninguém quer falar, não interessa. O negócio é ter proteção contras as próprias besteiras, os próprios erros, bem barato, de preferência.

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