Arturo Alcorta, Escola de Bicicleta, sobre a vida, rodando um pouco por tudo
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Estadão editorial / Data Folha, A mensuração do medo
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
R$ 1 bi na Mega da Virada. Qual seu sonho?
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
Feliz Natal
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Pavlof, neurolinguistica, vícios de linguagem, comunicação: família
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Falta de eletricidade, a decisão da juiza, e o empurra-empurra
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Andreas Kisser: precisamos conversar sobre morte
A não discussão séria sobre morte é um tiro no pé sem tamanho, principalmente neste país onde a morte (do outro) é a coisa mais normal do mundo. "Morreu, morreu, antes ele do que eu", velho ditado popular. Os números que temos neste Brasil são absurdos, absolutamente inaceitáveis, e ainda ficamos divagando sobre o assunto (que não se pode falar abertamente porque é tabu ou sagrado).
Inacreditável hipocrisia. Sigam morrendo (os outros)... esta é nossa verdade.
Se um dia quiserem andar nas ruas com segurança, se um dia quiserem que nosso sistema de saúde funcione a contento, se um dia quiserem um país socialmente mais justo, se quiserem ter uma qualidade de vida mais digna, lembrem-se, nós nascemos, vivemos e morremos, com um pequeno detalhe: de duas coisas não se escapa nesta vida, pagar impostos e morrer. Como não temos sequer a capacidade de discutir, melhor dizendo, decência, para resolver a insanidade dos impostos deste país, guardo o direito que vamos continuar morrendo das maneiras mais estúpidas possíveis. Pelo menos nos velórios encontraremos os velhos amigos.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Ditados
PNE, você sabe o que é? Se interessa?
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Águas. Sem ela não se vive.
https://youtu.be/FDY2McKLvlM?si=fdbViUEhvIWk8puQ
domingo, 30 de novembro de 2025
"O chaceler alemão tem razão:..."
Oswaldo Cruz, um dos mais importantes nomes da nossa história, foi em seu tempo esculhambado a mais não poder por sua luta no saneamento do Rio de Janeiro.
Para quem não sabe, naquele tempo ainda se usava penico, que quando cheio tinha seu conteúdo, sem meias palavras, merda e mijo, jogados pela janela, muitas vezes sem preocupação se passava ou não alguém na rua.
Rio de Janeiro, a Capital Federal do Brasil, o centro do poder, exemplo e referência para todos, eram imunda, cheia de problemas sanitários, propensa a constantes pandemias. Oswaldo Cruz travou uma batalha contra todos e contra tudo, aliás muito parecida com o que aconteceu por aqui nos tempos da Covid.
"Não pode falar mal do Brasil" é estúpido ou canalha? Cmo assim, "não pode falar mal..."? A sabedoria está no ouvir o que não agrada e até mesmo o que está errado. A burrice, extrema digo, está na bajulação.
Ok, não é isto, mas por que ele diz isto? Como é por que foi formulada esta afirmação? Este é o caminho da verdade, este é o caminho da ciência, este foi é será o caminho que nos trouxe e levará a uma vida melhor.
Se eu fosse presidente do Brasil (além de deixar todos completamente loucos) depois das decalarações do chanceler alemão, 'discretamente' pouco apropriadas sobre a COP30 e Belém do Pará, eu, presidente da República, iria a público e diria que o melhor a fazer seria entender o que aconteceu e por que aquele senhor falou o que falou.
Os comentários de Mario Sabino para Metrópoles devem ter desagradado muita gente, mas são pertinentes, devem ser ouvidos com atenção.
"Não importa o que o outro fez para você. Me interessa o que você fez para o outro ter a reação que teve" - Lollia de Azevedo Marx



















