sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Manifesto pelas cidades; revisado e corrigido

Eu me sinto envergonhado de ter entregue para algumas pessoas este manifesto sem ter realizado uma revisão cuidadosa. Mais uma vez fui estabanado, o que não é legal. Agora foi. A revisão mais cuidadosa está aqui.

Sempre se diz "esta eleição é a mais importante da história", e não resta dúvida que a que teremos dentro de uns dias terá um peso no nosso futuro que nenhuma outra teve. Vide a baderna institucional generalizada que estamos vivendo. Nunca o Brasil viveu um caos igual, isto é líquido e certo.

Eu acredito que para começar arrumar a casa os votos mais importantes serão os dos deputados estaduais, federais e senadores, muito mais decisivos que os dos governadores e presidente da República.  

Por outro lado, acredito que mingau quente se come pelas bordas, ou seja, sem a vontade popular, sem um tomar de consciência coletivo, entre quem entrar a coisa vai ficar mais ou menos igual, ou pior, bem pior, acredito eu. Sem pressão pública não saímos desta.

O Manifesto pela Cidade quer propor mudanças na forma como nos comportamos como cidadãos. Sem esta mudança continuaremos a merce dos outros. Com uma melhora da qualidade de vida urbana diminui tensões e coloca as ideias mais claras, o que está provado pela história e principalmente pela evolução de 'n' cidades mundo afora no sentido da qualidade de vida de todos cidadãos.

Se acharem pertinente façam bom uso deste manifesto - proposta. 

 


Manifesto pela qualidade de vida nas Cidades Brasileiras

 

POR UMA POLÍTICA URBANA CIVILIZATÓRIA

POR CIDADES COM QUALIDADE DE VIDA

POR UMA CIDADE INCLUSIVA E PACÍFICA



Os mais de 5.000 anos de história provam de maneira inequívoca que toda e qualquer sociedade funcional e com futuro promissor só se deu com a construção e manutenção de cidades com qualidade de vida.

 

Sobre as cidades brasileiras

 

  • 5.568 cidades
  • Brasil 213 milhões de habitantes
  • 87% em áreas urbanas; 84% na pesquisa passada - IBGE
  • População urbana continuará em crescimento
  • 15 cidades com mais de 1 milhão de habitantes, aproximadamente 20% da população, 43 milhões
  • São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Belo Horizonte, 28 milhões
  • aproximadamente 12.500 favelas, 16.5 milhões de brasileiros, mais de 8% da população
  • 25 municípios correspondem a 34,2% PIB nacional
  • 1/3 do consumo total de energia do país – sem contar as indústrias
  • Custo da violência urbana ao redor dos 10% PIB nacional 
  • 47% da população aponta crime como maior problema
  • 60 milhões dos brasileiros são vizinhos do crime
  • Brasil tem um dos trânsitos urbanos mais violentos do planeta 
  • o trânsito está entrando em colapso rapidamente
  • Brasil é o 6° país em número de suicídios

 


A cidade é a base da construção de um país

A maioria dos problemas e soluções macrossociais, econômicos e ambientais do Brasil, como de qualquer país, são gerados ou passam pela vida e a organização das cidades.

É sabido que a qualidade de vida da maioria dos brasileiros nas cidades não é a desejável. A maioria da população brasileira, mais de 80%, vive em áreas urbanas que acumulam problemas e dramas, erros que se repetem como praga de cidade para cidade, há décadas.

Um planejamento macro para o país e seus estados passa obrigatoriamente pelas suas cidades. Pensar em mudanças estruturais sem levar em conta a correção dos problemas urbanos e os dramas de suas populações é não cuidar da base de sustentação do macro. Cidade é o prioritário.

A história prova de maneira inequívoca que todos os países, sem exceção, que chegaram a um progresso sustentável, um bom nível de equilíbrio e justiça socioeconômica, o fizeram através da construção e manutenção da qualidade de suas cidades. É um processo civilizatório inegável, inevitável.

A cidade que temos no Brasil não é só um problema para as populações locais e baixa renda, mas para todos, vide a cultura dos muros, fortalezas, uma segurança minimamente duvidosa. A cidade brasileira é uma cidade de privilégios que segrega tudo, em todos os níveis, em todas as áreas sociais e econômicas. A cidade brasileira é a base da desordem social, da violência, da baixa produtividade, desinteressantes até para quem vive atrás de muros e segurança privada.

A cidade brasileira não é um problema para este ou aquele. A cidade brasileira é um problema para todos, é um problema macro.


Problemas urbanos declarados pela população em pesquisa

Pesquisa Brasil
Segurança pública, saúde e educação, mobilidade urbana, crise habitacional, população de rua, meio ambiente, infraestrutura, desigualdade socioespacial

Pesquisa Município de São Paulo
Mobilidade, violência, enchentes, poluição do ar, poluição sonora, falta de moradia adequada, desigualdade urbana, cracolândias / drogas, integração no transporte, educação e discriminação

 

 


 


Problemas urbanos estruturantes para o país

  1. Custo Brasil e ou ‘Custo Cidade’
  2. Produtividade baixa / falta de mão de obra / assiduidade?
  3. Violência organizada é gerada a partir das cidades
  4. Sistemas urbanos de distribuição de energia e comunicação precários, obsoletos ou impróprios para a demanda futura de curto prazo
  5. Sistemas de distribuição de água, captação de esgoto obsoletos, insuficientes ou até inexistentes – custo saúde
  6. Reserva de água no limite ou abaixo dele – perdas e uso inadequado inaceitável
  7. Colapso do transporte – constante e crescente, e sem perspectiva
  8. Resíduos, lixo, entulho, contaminação fora do controle
  9. Dados oficiais precários, imprecisos ou inexistentes
  10. Obsolescência do poder público, em vários sentidos, em todas as áreas
  11. falta referência sobre o que é qualidade de vida, em todos os níveis sociais


Cidades - Que cidade se quer?

Qualidade! Os avanços que se fez aplicando sistemas de controle de qualidade foi e segue sendo imenso, em todos os sentidos, em tudo, para tudo.

Em qualquer sistema de qualidade padrão, básico, todos os funcionários devem ser treinados para os princípios da segurança, convívio harmônico e manutenção de qualidade do ambiente onde vão conviver e trabalhar. As regras estabelecidas e, mais importante, bem entendidas e praticadas e o bem se estabelece para todos e tudo.

Pense numa cidade. Reorganizar uma cidade passa por reprogramar o comportamento de sua população. Há documentação farta que prova que o pedestre (todo e qualquer cidadão, sem exceção) é o ponto de partida. Um ambiente amigável, respeitoso, que dê segurança ao pedestre, portanto a todos, abre as portas naturalmente para a correção de outros problemas, o que reflete resultados na sua região, no estado e no país.

Desde 1898 as grandes cidades da Europa e Estados Unidos trocam informações sobre como melhorar a qualidade de vida nas cidades e como evitar erros crassos. O passo a passo é conhecido, respeitando as peculiaridades de cada cidade, basta segui-los. Isto não acontece no Brasil, os exemplos de erros grosseiros são inúmeros e frequentes.

Por que quem trabalha em empresas com sistemas de qualidade não replica fora?


Cidades brasileiras:

ponto zero:

Os projetos públicos produzidos no Brasil têm foco na qualidade de vida e segurança dos cidadãos ou cumprimento das leis para a segurança jurídica dos técnicos e empresas envolvidas?

  • por que pedestre brasileiro não respeita o que a engenharia de trânsito faz?
  • por que motociclistas e ciclistas não respeitam o CTB?
  • o que é uma rua, avenida ou via pública para o cidadão brasileiro?
  • qual a visão que brasileiro tem sobre o que é uma cidade?
  • qual é o conceito ‘cidade’ do brasileiro?
  • como o brasileiro entende ‘coletivo’?
  • que cidade o brasileiro deseja?
  • há diferença entre o desejo brasileiro e o que realmente funciona?
  • o que se deve fazer para que as cidades brasileiras formem cidadãos?
  • no geral, o que foi feito até hoje trouxe os resultados desejados?

 

  • corrigir a 'comunicação' da cidade para com sua população
  • fazer as populações perceberem corretamente o ruim
  • ter uma cidade que sirva a todos, todos, sem distinção

 

  • trazer a vida da cidade para uma escala humana - olhar, ver, sentir, vivenciar, procurar, experimentar..., não sentir medo
  • todas as cidades que reduziram seus problemas iniciaram a mudança por fazer valer os direitos dos pedestres, crianças, mães, idosos, pessoas com necessidades especiais
  • qual a diferença de cruzar uma rua no centro ou na periferia? O que isto diz?
  • planejamento e execução de projetos de melhorias: pensar em uma rede de espaços urbanos de qualidade da vida de todos.
  • pedestre tem que deixar de ser um estorvo para o planejamento urbano, de mobilidades, trânsito e transporte 
  • cidadão não pode sentir-se um marginal

 

Cidades são formadas por espaços públicos e espaços privados de uso público que se integram, ou deveriam se integrar. Urge pensar a cidade como um todo, derrubar muros, no sentido literal e figurado. Urge fazer o cidadão se sentir de verdade um cidadão. A expressão “cidadão de segunda classe” define bem a cidade que temos.

 

as poucas e simples regras do CTB, e outras leis

Leis de trânsito, o CTB, é um código de conduta social, portanto de cidadania, básico, simples, o código mais fácil de entender e respeitar. Como se quer que a sociedade entenda o que é ser cidadão se mesmo o básico do básico é disfuncional, segregativo, obsoleto em relação a qualidade de vida nas cidades, desrespeitado, pior, sem consequências?

  • quem desrespeita as leis de trânsito, só a população? E o corpo técnico?
  • revisão imediata do CTB e das normas técnicas de engenharia de trânsito. CTB pela vida e não para a fluidez, acalmamento de trânsito, compreensão das realidades locais com base em pesquisas e dados de qualidade para definição de projeto e comunicação correta e respeitosa. Realismo!
  • a última revisão derrubou a visão rodoviarista, agora se faz urgente a inversão da prioridade ao fluxo e fluidez de trânsito
  • fortalecimento imediato das perícias e legistas. Banco de dados preciso
  • bancos de dados específicos - programar, projetar e trabalhar com base a dados e informações e princípios corretos. Manter arquivos, não descartar
  • só a estatística sobre mortos induz a erros de avaliação e programação
  • definir calçada como responsabilidade do município, não do lote lindeiro
  • pedestres, mães, crianças, idosos, pessoas com deficiência de mobilidade!
  • dimensionar todos os projetos dentro de escala humana. Pontes e viadutos sem calçadas para pedestres? Exemplo: Ponte Estaiada Pinheiros
  • respeitar ‘para valer’ os direitos prioritários de menores, mães, idosos e pessoas com necessidades especiais


Educar para a civilidade pelo bolso

precificar custo de tudo - divulgar - simples, fácil e excelente forma de fazer entender a verdade dos fatos e reverter situações.

responsabilização e punição rápida no bolso, a todo e qualquer causador de danos ao patrimônio público ou patrimônio particular de uso público.

 

Construir a consciência coletiva

“Unidos venceremos”. Alguma dúvida?

Estabelecer um programa realista para os cuidados da saúde mental, saúde psicossocial, saúde coletiva que leve a população a reduzir o “cada um por si”

Hoje temos o que se pode definir como ‘o povo de um lado e a coisa pública do outro’. Como se reestabelece a credibilidade do sistema de governança e poder público?

Como se reestabelece a noção de civilidade nesta população?

Por que mesmo os que trabalham em empresas com sistemas de qualidade não replicam o aprendizado em suas vidas cotidianas e em relação ao coletivo?

Por que mesmo em favelas o interior das casas é arrumado, organizado, limpo, decorado, e fora delas, nas paredes externas, nas vielas, ruas, nos espaços comuns é feio, sujo, desorganizado...?

Parece claro que o poder público que aí está não tem mais cacife para capitanear uma mudança de comportamento coletiva. Então quem vem primeiro, o ovo ou a galinha? Ou, a quem se deve mudar antes o comportamento, o poder público ou o povo? O povo é maior e mais coletivo que o poder público. O povo mudou...

  • reconstruir a consciência do coletivo, da rua, do bairro, da cidade
  • memória afetiva é uma das mais poderosas ferramentas contra qualquer tipo de desvio social. A documentação científica a respeito é farta e conclusiva
  • reprogramação social para a qualidade
  • preservação da memória coletiva e patrimônio público.
  • fortalecer e manter patrimônio histórico, museus e acervos - preservar de fato.
  • lazer, esportes, com regras claras, justas, sensatas, honestas, como exemplo
  • criação de órgão responsável pelo bem público e qualidade com autonomia e plena autoridade


Comunicação e informação

  • melhoria imediata da comunicação do poder público
  • melhoria internet – o que temos hoje é muito precário
  • melhoria distribuição de energia - estabilidade do sistema
  • digitalização de tudo – inclusive bibliotecas e arquivos
  • criação de bancos de dados estanques a instabilidades ou invasões
  • levantamento sobre bibliotecas, números, locais e condição - fortalecimento
  • ampliar o número de bibliotecas – bibliotecas, não estantes de livros...
  • formação de bibliotecários e pesquisadores

Mobilidades, urbanismo

  • leis de desenvolvimento urbano atendem mais a interesses particulares
  • desenho urbano irregular em conflito com projeto de fluidez de trânsito
  • falta de mapeamento amplo e preciso impossibilitando planejamento adequado: topografia, águas, lençol freático, ventos, peculiaridades sociais, ocorrências...
  • planejamento multidisciplinar. Cruzar todos dados para projeto correto
  • mapeamento urbano mínimo +3 m / 0 m / -3 m, nem isto temos
  • conhecimento precário do subsolo / pela Constituição, poder Federal
  • juntar e cruzar mapeamento de prestadoras de serviço - banco de dados público. Hoje não há. Mesmo em São Paulo há falhas notáveis
  • critérios unificados para uso e trabalho no subsolo – prestadoras de serviços
  • rever imediatamente leis relacionadas a roubo de bens públicos e de prestadoras de serviços. Investigar, obter resultados. Endurecer

 

  • os projetos de transporte público estão cumprindo seu objetivo?
  • a forma como se está usando o transporte individual é inteligente, prática?
  • os sistemas de controle e fluidez de trânsito que temos hoje atende às necessidades?

 

Urgente retorno da formação de ‘calceteiros’, especialistas em construção e manutenção de calçadas – não temos especialistas na área


Favelas, comunidades e invasões

  • intervir no traçado das favelas - saúde pública e segurança dos moradores
  • diálogo com comunidades
  • ouvir moradores em separado das lideranças
  • saúde: ventilação, mofo, sol, som, água, esgoto...
  • segurança
  • qualidade de vida, autonomia, serviços públicos sociais, verde, praças...
  • projetos já realizados, resultados, possíveis correções e adaptações, replicar
  • remanejar comunidades que estejam em várzeas, nascentes, córregos, áreas de risco, enchentes...

 


Grandes cidades e metrópoles são imensos pontos geradores de calor e instabilidade climática, não só local. Alguns efeitos de São Paulo são sentidos a mais de 400 km de distância.

 

Desastres não naturais

  • Rios e córregos - inundações
  • mapeamento
  • centrais de controle
  • estações meteorológicas, todas, funcionando corretamente
  • o número de estações meteorológicas atende as necessidades atuais?
  • banco de dados locais e nacionais. Cruzamentos de dados
  • deslizamentos, instabilidades...
  • frear imediatamente crescimento desordenado e ou invasões
  • perda de PIB causas naturais - dados concretos e atualizados
  • números por local / custos micro e macro / divulgar

 

  • pensar nas formas de trabalho / produção periférica - urgente
  • olhar custo / benefício de impostos sobre energia, comunicações e internet
  • movimentação da população custos / poder público, empresas e indivíduos
  • uso de mobilidades ativas e alternativas para redimensionar uso do traçado urbano. Não segregar
  • bairros acalmados, aumento da qualidade de vida da população local

 

Cruzamento de dados micro, médio e macroeconômicos - Estabelecer critérios realistas, factíveis


Estradas conurbadas (as que cortam a área urbana), vias expressas

  • minimizar o impacto da separação ou segregação causado por estradas e ou vias expressas
  • respeitar o uso de estradas e conurbadas por pedestres e ciclistas – problema comum, grave e urgente
  • regulamentar sob ótica realista uso de bicicletas em estradas


Educação, reeducação social, treinamentos

  • mapeamento de mães, arrimos de família, aposentados – fluxo econômico
  • mapeamento urbano feito sob o ponto de vista do pedestre, crianças, mães, pessoas com deficiência de mobilidade
  • criar perímetro de qualidade de vida no entorno de escolas e universidades
  • campanhas educativas complementares permanentes - vivenciar
  • educação específica sobre a cidade voltada para crianças e adolescentes
  • educação para mobilidades e trânsito voltada para crianças e adolescentes – realista!
  • treinamento específico para funcionários responsáveis, técnicos e policiais, professores, orientadores, médicos, servidores da saúde...
  • formação de orientadores / professores para atuação fora âmbito escolar

 

Regiões metropolitanas, megacidades

  • definir áreas de proteção ambiental intocáveis dentro do município e relativo a áreas metropolitanas – implementar imediatamente
  • nascentes, córregos, rios, lagos, represas
  • águas subterrâneas
  • flora e fauna urbana

 

Criação Embrapa Urbana

incentivo à pesquisa sobre o meio ambiente urbano

educação + pesquisa = banco de dados = segurança = menor custo


Mapear:

  • microflora
  • microfauna
  • vegetação e arborização urbana
  • plantas invasoras
  • plano de restabelecimento da flora natural da área
  • insetos microflora
  • insetos não flora, caseiros, cupins...
  • cadeia de sustentação e estabilização das faunas
  • corredores verdes - mobilidade da fauna e insetos
  • criação de ‘fazendinhas’ em espaços como linhas de transmissão – educação ambiental e proteção às linhas de transmissão
  • levantamento e localização das entidades representativas
  • financiamento de pesquisas

 

  • parques municipais, estaduais ou federais – evitar disputas
  • definir regras de uso em parques e espaços públicos


Por um urbanismo civilizatório

Estabelecer padrões para:
Meio ambiente arquitetônico - luz, sombra, ventos, área impermeabilizada, áreas verdes, praças, parques, redução de ilhas de calor...

É inaceitável que dentro de um ambiente urbano cada um olhe pelo seu. Vale para a população, empresas e principalmente para o poder público. Urge coordenação, troca de informações, projetos multidisciplinares...

  • lavagem de bares, restaurantes, lanchonetes, calçadas, outros
  • lixo urbano, descarte, recicláveis
  • entulho geral, entulho de obras
  • veículos descartados e abandonados; veículos elétricos
  • transformação / reciclagem / custos / rentabilidade / benefícios
  • reverter poluição visual de publicidade e de sinalização pública
  • postes?


Rever Leis

·       limpar as obsoletas, duvidosas ou sobrepostas

·       tomar providências necessárias imediatamente 

 

Ministério das Cidades

·       o que é de fato,

·       quais os resultados entregues,

·       o que falta?

·       outros Ministérios envolvidos na questão das cidades

·       divulgação de trabalhos multisetoriais e multiministeriais

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