terça-feira, 14 de abril de 2020

Bolsonaro, uma inteligência artificial

Fórum do Leitor
O Estado de São Paulo

Até mesmo o mais limitado cidadão sabe da importância da tecnologia digital como facilitador da vida de cada um e de todos. O real poder sempre esteve nas não daqueles que tem e controlam dados e informações, e sabem usa-los a seu bel prazer via tecnologia digital. Bolsonaro mandou ir com calma com o uso da tecnologia e vetou o uso do rastreamento da movimentação da população por celulares oferecida pelas operadoras. E o Ministro da Ciência e Tecnologia deu um passo atrás acatando a ordem. Bolsonaro demonstra mais uma vez sua boçalidade: não lhe caiu a fixa que o rastreamento da movimentação da população tanto pode ser usado para as recomendações do Ministério da Saúde e OMS como para medir o reflexo de suas falas na sua popularidade, com o que realmente está preocupado. A vaidade desenfreada de Bolsonaro e sua frescura soberba de criança mimada pisando em cima de mais um Ministro deixa claro que o Brasil não pode ficar nas mãos de mais uma caneta que acredita poder estocar ventos.

sábado, 11 de abril de 2020

Morrer por coronavírus Covid 19 ou por outra razão qualquer

Recebi pelo Whatsapp um vídeo que mostra um homem pulando de um edifício e suicidando-se. A imagem é pesada e preferi não passa-la para frente. No dia seguinte passei pelo vídeo e me lembrei que tenho dois amigos psicólogos para quem aquela imagem poderia servir para refletir sobre o que estamos passando, transformando-a numa ferramenta de trabalho. Não encaminhei o vídeo com o texto que explicava que aquele homem era dono de uma rede de hotéis nos USA, que havia demitido todos funcionários e que em seguida suicidou-se.
Álvaro, um destes amigos psicólogos, respondeu de imediato com uma mensagem. Wikipedia. Morte: A sua morte, desde sempre envolta em mistério, teria ocorrido durante a tentativa de fuga através dos Pirenéus, quando, em Portbou, foi parado, junto com o seu grupo de refugiados, pela polícia espanhola. Temendo ser entregue à Gestapo, teria cometido o suicídio por overdose de morfina. Tomou pílulas no hotel em que o grupo de judeus que acompanhava a deportação. No dia seguinte, porém, as autoridades espanholas permitiram a passagem do grupo. Álvaro me disse depois, numa ligação, que o suicídio foi desnecessário, que tivesse esperado a situação teria se resolvido, o que também poderia ter acontecido com o dono da rede de hotel. Conversa de quem gosta de olhar para o comportamento humano, nada mais.

Depois de ter visto tanta gente morrendo por perto tive a auto responsabilidade de ler sobre o assunto, o que me ajudou muito, mas não deu uma resposta, sequer uma pista, do por que aqui no Brasil a vida vale tão pouco. Morrer por estas pastagens é trivial. Morre-se, simples assim - quem se importa? É um fator cultural arraigado? Provavelmente. Falta de autoestima? Complexo de vira-lata, como diria Nelson Rodrigues?

A morte começou a virar um problema e ser evitada quando a perda de vidas passou a prejudicar as comunidades ou os bens dos poderosos. Perder vidas numa guerra pode significar perder a guerra. Perder força de trabalho significa produzir menos e diminuir as riquezas do império, reino ou comunidade, o que é um perigo. 
Ou o contrário, deixar morrer por fins políticos ou de poder. Temos um exemplo fácil de entender aqui no Brasil que foi e continua sendo tratado o sertão do nordeste. 
O negócio mais rentável da história foi a escravidão. Era tão rentável que os seguros foram criados em função deste negócio. Pagava-se pelos escravos que morriam durante a viagem. A história do escravagismo, e do valor da vida, mudou quando um navio lotado de escravos foi afundado por seus proprietários que teriam mais lucros com o seguro que com a venda dos escravos. O problema é que um dos escravos sobreviveu para contar a história, que foi a julgamento. E o Inglaterra "passou" a combater o escravagismo.
Cinto de segurança tornou-se obrigatório para diminuir os hospitalizados, assim diminuir os custos da saúde pública. Não sei exatamente se há e qual a relação da história do cinto de segurança com o cálculo de custo de uma vida, que é simples: o estado, leia-se comunidade, aplica muito dinheiro na formação de um cidadão, leia-se trabalhador, professor, médico..., para perde-lo. O custo / benefício não vale a pena. 
Sociedades muito ajustas e certinhas tem um índice alto de suicídio. Eu diria, quem se importa? ou, Importam-se porque? Neste caso a morte é sinal de fracasso coletivo ou uma péssima propaganda?
E aí entramos nas religiões e suas visões de vida e morte, tema para lá de complicado que não ouso entrar. Mas... quero aqui lembrar que céu, purgatório e inferno foi introduzida na liturgia na transição da Idade Média para a Renascença mais olhando o pagamento de impostos, dízimos e outros, do que alma do povo.
Toda morte tem seu preço. Nosso povo não faz ideia de seu valor. E os idiotas que mandam neste país, e incluo todos, principalmente a classe média educada, fazem menos ideia ainda do valor que a vida deve ter até para enriquece-los mais ainda. Usa-se vida e morte com uma displicência boçal. 

Nestes dias de pandemia fico pensando porque o pessoal não está respeitando a quarentena?

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Se der certo vai dar errado

Fórum do Leitor
O Estado de São Paulo

Relaxar o isolamento na melhor das hipóteses demonstra o desinteresse ou a ignorância por parte dos mandantes e autoridades pelo que aconteceu e está acontecendo mundo afora, mas não parece tratar-se disto. Tudo indica que a negação da realidade é mais um fruto do puro populismo, mais uma aposta de quanto pior melhor para tirar vantagem própria. Se por uma ironia do destino o Covid 19 não matar como tem feito nos países e localidades que não intensificaram pela quarentena o Brasil correrá o risco de ter populistas heróis o que nos decretará um futuro funesto, aí sim com um empobrecimento lento, doloroso e mortal.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Dois feriados juntos e NY vazia




Esta foto foi tirada na primeira vez que estive em NY, em 1994. Não sou de pedir que me fotografem, não gosto, mas a ocasião foi para lá de especial. Por pura sorte peguei NY completamente vazia, dois feriados juntos, dia do trabalho e o Rosh Hashaná, ano novo judaico. Acordei muito cedo no dia seguinte de meu voo de Amsterdam, sai para tomar o café da manha, andei, andei, andei muito até encontrar um sei lá o que, creio que um mercadinho, aberto onde me serviram ovos com bacon, pão de forma e aquele café americano que faz qualquer um pagar seus pecados. Voltei para o hotel, do qual não tenho boas recordações, achando que as ruas estavam vazias porque era cedo, peguei a bicicleta e fui dono das ruas. As horas passaram e as ruas seguiram vazias. Foi difícil encontrar onde almoçar e depois de muito rodar entrei num McDonald's na 7th Ave. lá pela 28th St. que era um horror, velho, maltratado, com um povo nada amigável, mas era o que tinha e ponto. Só no começo da tarde começou um movimento de carros e pedestres muito tímido, tipo o que estamos vivendo nestes dias de quarentena. Depois de circular por toda Manhattan sul olhando com toda a calma prédios, parques, esculturas, pontes, os rios, algumas vezes parando literalmente no meio de alguma avenida para fotografar ou simplesmente admirar, voltei a contra gosto no começo da noite para meu quarto por conta de caimbras nas pernas. No dia seguinte, sábado, com a cidade estava mais vazia ainda, segui pedalando até que as pernas não aguentaram mais. 

NY daquela época já tinha praticamente conseguido controlar a brutal violência dos anos 70, mas dependendo o lugar o ar ainda incomodava. Fiz a burrice de ficar num hotel na 48th St. com 9th Av, próximo ao Times Square e terminal de ônibus, na época o centro da bagunça para turistas, não necessariamente violenta, mas desagradável. Na bicicleta rodando no asfalto liso e vazio só prazer e tudo mais desaparecia. No sul da ilha três policiais me pararam na entrada do East Village dizendo que não deveria circular por ali. Um deles, de origem latina, quando percebeu meu sotaque perguntou minha origem e quando disse que era brasileiro ele disse rindo "Pode ir, vocês (brasileiros) estão acostumados". De fato, verdade; não vi nada demais, só uma cidade calma. Na TV ouvi de um comentarista que NY estava tão vazia e tranquila que até os ladrões tinham viajado. Foi uma sexta-feira, sábado e domingo dos sonhos de qualquer ciclista, uma NY que está lá, mas difícil de se ver. Quando acordei na segunda o caos tinha voltado com suas buzinas incessantes e gente caminhando apressadas para todos lados. Na 5th Ave com 57th St. vi Robert Plant e Jimmy Page esperando para cruzar a rua como qualquer outro cidadão comum, sem serem abordados. Quase bati na traseira do carro da frente. Mais para frente tive que medir forças com um yellow cab, que teve juízo e me xingando deixou passar. O contraste para os dias de paz foi interessante. Gosto das duas cidades; o zoológico é bem divertido.

Amo cidades vazias. Amaria ter a experiência de pedalar nas cidades europeias que estão em lockdown, completamente vazias. A única que fica um saco é Paris, quem já esteve lá num domingo de feriado sabe disto. É lógico que é muito melhor estar pedalando numa cidade que está vazia e sadia, de preferência com alguns cafés e restaurantes abertos, uma outra pessoa circulando com seus filhos, cachorros, correndo a pé, pedalando ou simplesmente caminhando. Necessidade provavelmente fruto da saturação que temos desta agitação ininterrupta que vivemos. Paz faz bem.

Muita paz, mais assim para completamente morto, é algo estranho. Somos animais e como tal precisamos de ação. Não é muito fácil mudar o ritmo, mais difícil ainda ter que parar por força maior, o famoso “na porrada”. Quando não há outra solução nos resta a ação do pensar, que bem aproveitado é um campo infinito para viajar. Boa viagem!

terça-feira, 7 de abril de 2020

Entre a (com) ciência e a verdade (mentira) própria (ou selfie)

Coloquei os três links abaixo no Facebook, dois textos brilhantes olhando nossas perspectivas futuras e o capítulo do History Guy sobre a história das traduções da Bíblia, que foram várias. Os três estão intimamente ligados e faço questão de deixá-los também neste blog; A escola, a bicicleta e a vida. A escola: educação, formação, respeito pelo conhecimento, aplicação, qualidade. A bicicleta: máquina / veículo de construção / funcionamento muito simples e grande eficiência; responsável por inúmeras revoluções / benefícios para a humanidade e meio ambiente.  E a vida: tema tão vasto, com tantas variantes, mas algo me diz a terra não é plana... 
Juntando tudo com sabedoria funciona. 

O History Guy passa rapidamente pela história da tradução da Bíblia e suas versões, o livro mais vendido e lido da história da humanidade, sem qualquer concorrente.  É impossível falar sobre a vida atual sem entrar ou no mínimo pelo menos tangenciar algum texto bíblico e suas versões, o que gerou vertentes da compreensão da vida. Por uma série de razões, guerras, epidemias, revoluções, pesquisas, a compreensão destas versões e vertentes também foi mudando. Num determinado momento o conhecimento humano se distanciou e até se descolou dos textos sagrados, não só da Bíblia. Isto sem entrar nas possíveis razões pelas quais os textos sagrados foram escritos. 

Atila Iamarino coloca em sua entrevista algo que está sendo repetido por inúmeros pensadores, especialistas, estudiosos: o mundo que vivíamos até a pandemia não vai existir mais. É uma dedução fácil, a história das grandes guerras e das grandes depressões ensina. Portanto:  
(entre parenteses são comentários meus)

1 – Ame seu negócio, mas não cegamente. ... (Amor cega; razão gera luz)
2 – Não deixe o conhecimento de lado. ... (qualidade sempre é porto seguro)
3 – Chefe, pero no mucho. ... (quanto mais sei mais sei que nada sei)
4 – Você vai precisar de mais dinheiro. ... (there is no free lunch)
5 – Saiba vender seu peixe. (não perca oportunidades, não deixa passar o momento)

O Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. Mas também é um dos países com maior índice de mortalidade de empresas. Temos tempo para pensar e corrigir. Então, o que vai ser?




segunda-feira, 6 de abril de 2020

A reconstrução da vida após a WWII e o que devemos fazer hoje

The London milkman, 1940
Leiteiro trabalhando na Londres bombardeada, Segunda Guerrra Mundial
Começando imediatamente depois da Segunda Guerra Mundial e pelos mais de dois anos depois de terminado o conflito a população alemã se organizou e agiu praticamente sem a presença do estado que estava cuidando de outras coisas, inclusive de se reorganizar. Deve ter acontecido situações semelhantes pelo resto da Europa e do mundo afetado pelo brutal conflito generalizado. A população teve que localizar mortos, amontoá-los, e em muitos casos fazer uma fogueira. Tratar dos feridos, buscar soterrados. Localizar velhos e crianças e acolher. E outras situações imediatas. Fazer a limpeza de montanhas de entulho - literalmente - das ruas para dar fluidez para a chegada de comida, dentre outros essenciais. Tiveram que aprender rapidamente técnicas de contenção de paredes e demolição, fazer a opção correta, iniciar a seleção de materiais aproveitáveis do entulho, separar e estocar o que se podia aproveitar. Aprender técnicas de reconstrução e reconstruir por prioridades: hospitais, cozinhas, abrigos, oficinas, delegacias, o que fosse necessário para dar a partida e recomeçar. Recomeçar! Entrar em acordo com o poder central sobre o que seria restaurado ou reconstruído, como ficaria a cidade, quem fazia o que, estabelecer cronogramas, prioridades, prioridades, prioridades... Durante anos a vida de todos girou em torno de prioridades. Começaram tudo praticamente no dia imediatamente, aliás, começavam a cada momento que paravam os bombardeiros, tiroteios, a guerra. Ninguém teve tempo para ficar pensando pensando, conversando, deixando o tempo passar. A prioridade era a sobrevivência, o se acalmar, pensar, e agir. 


A diferença daquela situação para a que temos hoje é que antes do fim da guerra, do massacre, do inferno, foram dias e mais dias de bombardeamento constante, de um stress brutal, do conviver com cheiro de cadáveres apodrecendo, da fome generalizada, do terror das crianças, de pessoas surtando, do tiroteio... Europeus, asiáticos, africanos, os orientais, boa parte da população do planeta não tiveram um segundo de paz. 
Hoje estamos confinados em casas funcionais, com TV, rádio, telefonia e internet. Temos tempo para pensar, tempo de sobra. O que vamos construir, pergunto novamente?


domingo, 5 de abril de 2020

O futuro do turismo brasileiro e a ajuda do Panrotas

Infelizmente o setor de turismo no Brasil não é grande e forte. 
Felizmente o setor de turismo no Brasil não é grande e forte; ou estaríamos vivendo uma situação dramática de contaminação como estão os grandes destinos de turismo do mundo. Mas temos um país divino e temos que ter um turismo a altura, forte, funcional, de qualidade; e não há alternativa.

Ontem vi o Check Point - Caminhos e Soluções para o Turismo promovido pelo portal do Panrotas com o Ministro de Turismo Marcelo Álvaro Antônio e a participação de Magda Nassar da ABAV, Edu Bernardes da GOL, Guilherme da CVC. Panrotas fez exatamente o que eu acho que se deva fazer em todos setores do Brasil, e que espero que esteja sendo feito. Como escrevi e foi publicado no Fórum do Leitor do Estadão, neste momento de paradeira total temos que aproveitar o tempo para pensar e repensar o Brasil que teremos que reerguer e construir. O ideal seria que o projeto de futuro fosse de conhecimento o mais público possível.  

Turismo foi um dos setores que entraram em coma profundo. É um setor que tem que voltar a funcionar o mais breve possível. Diversão, cultura, e turismo são elementos essenciais para o equilíbrio social, saúde pública e desenvolvimento econômico. Turismo hoje é vital para todos os segmentos sociais. 

Cyclists, early 1900s | On the Toll Bar, Freshwater, Isle of… | FlickrA saber, desde o surgimento dos biciclos e sociáveis a partir de 1870, e logo em seguida com as bicicletas de segurança, que geraram as que temos hoje, turismo entrou para ficar na vida da maioria dos cidadãos, sendo acessível inclusive para as camadas mais pobres da população. A documentação de fugas da cidade, idas ao campo, viagens até com toda família é farta. Talvez não existisse a palavra turismo, mas sua prática passou a ser comum.

Por onde e como recomeçar? Turismo interno não está sozinho. Tem que envolver outros setores da economia e sociedade, num trabalho conjunto para encontrar o bom caminho. A discussão e as proposições tem que ser feitas de forma mais ampla possível e apoiada em números, dados, com um mínimo de precisão, focando na qualidade total. 
Como leigo imagino que o turismo mundial não será o mesmo e aí temos uma incrível oportunidade de reposicionar o Brasil no cenário mundial. Só vai acontecer se aproveitarmos o momento para aprimorar nossas qualidades e acertar erros passados, neste sentido Panrotas acerta iniciando estas conversas públicas.
Pelo jeito o setor, pelo menos o formal, está em sintonia com as autoridades, o que é ótimo. Mas e a informalidade, que deve ser grande? Os nanicos, os pequenos, os não tão organizados e representados, como estão e como vão ficar? Deixar quem esteve junto para trás é um erro, como a história está cansada de provar.
O setor de turismo tem números precisos e seguros sobre o que descrevo no break down a seguir?

Turismo Brasil

  • agências de viagem
  • autônomos
  • informais
  • internet
  • transporte
    • avião
    • ônibus / van / perua
    • trem
    • navio
    • barco
    • helicóptero 
    • aluguel carro
    • carro próprio
    • moto
    • bicicleta
    • a pé
    • outros
    • integração entre transportes
    • estrutura necessária para funcionamento de cada
  • hotéis
    • classificação
      • só por estrelas?
    • tipo
      • urbano
      • rural
      • praia
      • resort
      • bem estar e saúde 
      • esporte
      • aventura
      • hospitalar
      • encontros
      • festas / casamentos
  • hostel / pousadas / bed and breakfast / quartos / outros
    • o que está catalogado ou tem algum controle; quantos
    • o que é formal pela internet / celular, mas é informal; quantos
    • o que é informal; quantos
    • força dos formais
    • força dos informais
  • potencial
    • quantos quartos
    • camas
    • giro de público / turistas 
  • setor industrial
    • lavanderias
    • alimentação
    • manutenção
      • transporte
      • hotelaria
    • vestuário
    • equipamentos
    • pratos, copos, talheres, guardanapos
    • informática
    • agências de propaganda e comunicação
    •  imprensa
  • estrutura urbana 
    • rodoviária
    • aeroporto
    • receptivo / orientação
    • sinalização 
    • panfletos / outros
    • aplicativos
    • existente na internet específico, gerado pelo local ou outros
    • Google e Google Maps e outros
    • qualidade de cada elemento e qualidade geral
    • limpeza
    • segurança
    • capacidade de comunicação da população 
  • serviços locais
    • diretos para o turista
    • indiretos, mas comuns
    • formalidade
    • informalidade
    • desconhecidos, mas existentes?
  • comércio local
    • direto
    • geral
    • informal conhecido - artesanato, por exemplo
    • informal existente, mas...
  • autônomos 
    • diretos
    • indiretos
  • restaurantes e bares
    • diretamente ligados ao turismo
    • indiretamente, mas influenciados
    • não relacionados, mas afetados
  • shows
    • por tamanho
    • por tipo
    • por localidade
    • pela fama
  • convenções
  • trabalho
  • família
  • diversão
    • legal
    • ilegal
  • esportes
    • familiares
    • de competição
    • radicais
    • permanente
    • sazonal
  • outros
trabalho / fluxo de dinheiro
  • quantos trabalham com turismo
    • diretos total e por setor
    •  direto
      • quantos formados
      • qual é o nível de formação
      • quem deu a formação
      • diálogo entre as escolas, setor e poder público nos três níveis
      • ganho por faixa e posição / comparação outros setores / leis
      • qual é o índice de rotatividade dos trabalhadores
      • porque da rotatividade
      • como perenizar  
    • indiretos, mas dependentes
      • nível / qualidade de trabalho
      • formação
    • poder público
      • histórico
      • burocracia
    • carteira assinada
    • autônomo
      • existência perante a lei? 
    • informal
      • % de informais
      • renda
      • vantagem de não pagar impostos
    • variações, imprecisão, distorções
  • quanto ganha por posição
    • tempo de trabalho X ganho
    • capacitação / formação
    • publico alvo
    • valor agregado
  • como estava organizada as estruturas antes do corona
    • formal
    • profissional
    • amador
    • temporária - quebra galho
    • sazonal 
  • empresas
    • nacionais 
    • internacionais
    • conglomerados
    • mistos: locadora + hotel; agência + hotel...
    • por tamanho: individual, pequena, média, grande
    • capacidade financeira
  • sistema de financiamento
    • quem financia
    • como financia 
    • para quem financia
    • número de financiamentos e volume 
  • entidades representativas
    • quantas
    • quem são
    • forma de atuação
    • profissionalismo
    • capacidade de ação
      • perante autoridades
      • no setor - treinamento, orientação
      • entre entidades
      • perante a população
      • força de agrupamento ou política
      • força financeira
      • número de trabalhadores representados
      • grau de influência no periférico
        • número de trabalhadores
        • ganho médio destes trabalhadores 
    • tipo de ação
    • quantas são coletivas e quantas de uma ou duas pessoas só
    • representatividade perante os Governos e Prefeituras
    • entidades representativas oficiais
      • Federal
      • Estadual
      • Prefeitura
      • internacional?
    • nomes
    • localização
    • tamanho e tipo de turismo envolvido
    • reconhecimento 
      • no setor atuante
      • no setor de turismo geral
      • entre autoridades
    • quem ou o que não está atendido ou representado?
  • referências internacionais
    • organismos, entidades
    • empresas símbolo: Disney, por exemplo
    • grau e nível de contribuição, 
    • assessorias 
    • informações e práticas utilizáveis no Brasil
      • razão para sim ou não
      • adaptação
    • existe sistema algo como sistema ISO para turismo?
    • se existe sistema de qualidade para turismo: 
      • como funciona?
      • como está difundido
      • em que nível
      • eficiência 
público turista Brasil
  • turismo interno
    • perfil público
    • % por $ e nível social / educacional
    • como é visto pelo setor viagem de fim de semana / feriado?
    • como é visto pelo setor romarias e outros?
    • Descida da Serra de Santos: 40.000 ciclistas entrando em Santos numa manha?
    • 300.000 em romaria para Aparecida do Norte, 12 de Outubro. 
    • Caminho da Fé, Caminho do Sol, outros Brasil a fora?
    • por tempo de estadia
    • número de dias / mês / ano
    • custo no orçamento pessoal
    • custo comparado com outras opções
    • custo comparado com outros lugares
    • custo comparado com viagem exterior
    • formação do valor agregado das opções
      • distorções
      • fatores culturais por área geográfica: público SP X nordestinos X fazendeiros
      • $ por fator cultural - compras, destinos da moda...
    • por imagem do que espera do lugar
    • por comentários sobre o lugar e estadia
    • imagens reais X falsas
    • excursões
  • turismo externo
    • comparação com turismo interno
    • como é relacionamento do turismo brasileiro com exterior?
      • qualidades 
      • defeitos
      • buracos
      • deficiências dos dois lados
      • particularidades