Ok, boa explicação. É fato que o que temos é uma baderna e como resultado final é muito ruim, para dizer o mínimo.
Bom, e daí, o que é necessário de fato para que nós, brasileiros, tenhamos uma justiça que, mesmo torcendo o nariz, se possa entender como justiça. Por onde se começa? Quais as prioridades? Os passos?
Com certeza e para começar, assembleias, congresso e senado que tenham um mínimo de interesse honesto por nós, brasileiros. E isto só não basta, que tenham uma remota noção da diferença entre um cardápio de restaurante caro e um livro, que saibam somar 2+2, que não tenha pôbrema com justissa... Um mínimo de inteligência também não faz mal.
Enfim, não vamos sair deste caos com estes parças, irmãos e cummpanheros que estão aí.
Breve pesquisa no Google:
No Brasil, estima-se que existam mais de 4 a 5 milhões de leis e normas regulamentares vigentes somando os três níveis de poder (esferas Federal, Estadual e Municipal). - pesquisa Google.
Todas as normas desde 1988: Um levantamento histórico do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) apontou que, desde a promulgação da Constituição de 1988, foram editadas mais de 7,4 milhões de normas jurídicas no país (uma média de mais de 500 novas regras por dia). Esse número gigantesco inclui não apenas leis ordinárias, mas também decretos, portarias, instruções normativas e medidas provisórias nas três esferas. - pesquisa Google.
Não acredita? Faz uma pesquisa onde quiser. Já fiquei sob aviso: se aprofundar a loucura fica muito muito muito pior, mas muito pior mesmo.

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