quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Roubaram a placa comemorativa do...



Deprimente. Espero que recuperem. Mas... por onde começar? Roubaram mais um patrimônio histórico? Deprimente! Falando nisto... Descobriram onde foi parar a escultura de 400 kilos de bronze que foi arrancada da parede da praça Carlos Gomes? Se sabe onde foi parar tudo que foi roubado dos cemitérios, e olha que deve ter sido muito mais que os 400 kg da praça? Grana legal! Aliás, explica como alguém no meio da noite consegue arrancar um treco de 400 kg de uma parede em local público sem ser notado? Ou, num único dia roubarem 4 km de cabo elétricos, notícia que até hoje sou meio descrente, mas como todas as redes divulgaram... A plaquinha histórica é pequena... biscoito fácil, espero que recuperem, espero mesmo. Estará ainda inteira, nas mãos de quem? Desdentados ou protestantes indignados com acusações infundadas aos seus?

Roubos pequenos... por onde começar? Uma loja da Kalunga dentro de shopping de classe media alta tem em média uma perda de 5% ao dia. O mesmo para a loja da Hering, C&A, e outras... um pouco mais, um pouco menos... em dias normais... Fins de semanas e datas especiais a diversão é melhor. E as figurinhas da Copa das Coca-Cola? Ok, estou descriminando? O que será que acontece no Santa Luzia, o mercado mais chique do país, classe AAA? Nos restaurantes? "Você está brincando! Levaram o que? O lustre?" perguntei pasmado para uma amiga dona de restaurante. A coisa aqui é master muito antes do escândalo (?) Master. Farra nacional generalizada.

A plaquinha comemorativa é muito mais que uma placa. Quem tem idade para ter vivido aqueles tempos sabe o que significaram para todo país, para toda o povo, aquelas manifestações, que diga-se de passagem, eram inteligentes, não raro bem humoradas, nada parecido com a estupidez generalizada que temos hoje.

Dado que a OAB está cada dia mais ausente, nada a ver com os tempos da 'plaquinha comemorativa' arrancada do chão, será que moverá uma palha para recuperá-la? Ou permanecerá com suas preocupações corporativistas tão lucrativas que balançam em Brasília e no STF? Ora, se um dia o Brasil deixar de ter uma justiça tão corporativa e lucrativa para alguns, ou uma 'justiça', peço que tenhamos uma "práca" irremovível. Irroubável dependerá muito do que queremos ser. Digo, como civilização. Hoje somos 'Brasil'.

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