terça-feira, 3 de novembro de 2026

Ciclistas desrespeitados? Esta é a Opinião do Estadão



Ciclistas desrespeitados por motoristas (e motociclistas)? 
Um sério problema deste Brasil é a quantidade de leis disfuncionais ou impossíveis de serem cumpridas. 1.5 metrô de distância?

Primeiro: um fator de segurança do ciclista (ou de qualquer cidadão) está na forma como é realizada a ultrapassagem, ou seja, com o devido cuidado na aproximação, na ultrapassagem e no distanciamento, o que envolve muito mais cuidados que só a distância lateral do ciclista (ou de quem quer que seja). Pela lei do 1.5 metros, o motorista (ou o condutor de qualquer veículo, o que inclui bicicletas) que ultrapassar por completo o ciclista já não se encaixa mais nesta lei dita protetora do ciclista. Ou, pela ideia que se vende, a distância lateral para o ciclista na ultrapassagem é o que realmente importa para sua segurança. Será?

Quais as causas das ocorrências fatais envolvendo ciclistas? Ultrapassagem é o principal fator? Temos dados precisos de perícia e legistas que dêem a causa correta? Os locais são preservados? Em quanto tempo a perícia técnica chegou ao local? O relatório foi corretamente preenchido? A ficha de preenchimento é adequada? Quem preenche tem formação e treinamento específico? Há dados precisos?

Quais são as causas reais para temos 26 ciclistas mortos na cidade de São Paulo? Quantos motoristas foram responsáveis? Quantos ciclistas foram responsáveis, perante a lei, pela ocorrência e a própria fatalidade? Ainda: quantos acidentes foram causados por erros na engenharia de segurança no trânsito? Sobre problemas de engenharia de trânsito nunca ouvi uma palavra sequer. É possivel encher aqui de perguntas que nunca são feitas nem respondidas. Nos falta o "E o que mais?".

Como ciclistas aviso a todos: É muito fácil derrubar num a alegação que o motorista ultrapassou o ciclista a menos de 1.5 metro. Simples: para provar a infração o ciclista tem que estar munido de documentação corretamente colhida, foto ou filme, no momento da ultrapassagem, que deve ser realizada utilizando uma régua aprovada e selada pelo IMETRO, apoiada no ângulo correto, 90° do solo e 90° do longitudinal da bicicleta, a partir do ponto mais largo de um ciclista pedalando, o que está na ponta do guidão ou de sua mão. Não recomendo que ciclistas pedalem com uma régua presa ao guidão. Quem me deu esta explicação foi um senhor ex Conselho Nacional de Trânsito logo após a aprovação desta lei.

Os condutores de automóveis ou motos desrespeitam o ciclista ou não conseguem cumprir uma lei que é 'complicada' de se cumprir? Sim, como ciclista experiente digo, o número de ultrapassagens próximas ao ciclista aumentou um pouco, mas não é regra. Diga-se a verdade, o espaço para todos nas vias públicas vem diminuindo sensivelmente em razão do número de veículos circulantes, que é absurdo e não para de crescer. Em certos horários eu, ciclista com 50 anos de pedal no meio das ruas, não tenho espaço para passar tantos são os automóveis.

E aí vem o discurso sobre mais ciclovias e ciclofaixas para dar segurança aos ciclistas. Até ciclistas do meio da bicicleta concordam que boa parte do sistema cicloviário de São Paulo, 700 e tantos km, é inútil, não serve para nada, não tem ciclista circulando. Não é sobre quantos km a mais, mas sobre como oferecer mais segurança ao ciclista. Há uma enorme diferença aí. Segurança se faz com qualidade, qualidade se faz com dados precisos que serão usados para corrigir erros. Segurança não se faz com formulas mágicas ou populistas. Segurança, a verdadeira, não se apoia em eu acho, nem em pesquisas jogadas para cima que atendem aos medos particulares. 

Fato: sim, nossas cidades poderiam ser mais amigáveis aos ciclistas. Nossos números são ruins? Poderiam ser melhores? Sim, com certeza. Agora, como ciclista afirmo com todas as letras: a imensa maioria dos motoristas não quer se envolver em acidentes ou discussões, o que inclui evitar desrespeitar ciclistas, por mais indisciplinados que estes sejam.  

Confesso que estou de saco cheio de ouvir "A culpa é do outro. Eu estou sendo desrespeitado". Será? Este discurso destrói um olhar aberto para as respostas que precisamos. O que estamos vivendo não será um sempre bater nas mesmas teclas que já se provaram disfuncionais? 


sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Santos, linda cidade, cada dia mais...


Santos, minha querida Santos, cidade portuária que deu a este país tantos bons cidadãos, cidade de personalidade, com seu carater forte, com seus inteligentes canais, ótimo urbanismo, um extenso parque linear entre a avenida e a larga faixa de areia frente ao mar... Ah! minha Santos, que ainda vivenciei seus bondes fechados e abertos circulando no calor úmido soprado do mar..., gente caminhando tranquila, aproveitando o bom da vida.

"Espera, espera, espera... cuidado! Agora!" e consigo cruzar a ciclovia lotada de Lambrettas... Lambrettas? (Lambretta é a bisavó das escooters). Mas lambretas são proibidas de circular em ciclovias. Sim, vá lá e veja, Lambrettas, porque estes trecos que passam para lá e para cá (acredito) bicicletas não são. Zummmm. Lambrettas, lambretinhas, maiores ou menores, elétricas, todas elétricas, passando correndo, voando Que lindo! Que chique! Pobre do que ainda pedala sua bicicleta, operários. Cuidado pedestres. Mata os véio!

Ninguém buzina ou toca campainhas. Para que? O futuro é nosso. O deles..., saia da frente. Na avenida entulhada de um trânsito incessante o pedestre que faça sua corajosa aventura em etapas, o desafio para chegar ao mar e Iemanjá. Ninguém para, ninguém se interessa, deu uma brecha e vamos lá, corre! Uma avenida. Folego. A outra avenida, sentido contrário. Ufa! Toma fôlego, calçada, dá um passo, olha para os dois lados, longa fila de altivos ciclistas nos dois sentidos, metralhadora sobre rodas contra uma mãe empurrando carrinho com bebê e na coleira o pet amado. Foram. Vamos. Enfim, o parque, a vista livre para a areia e o mar. Lindo.

Arreia. Bandeiras vermelhas, água imprópria para banhistas. Mar lindo, calmo, prateado no reflexo da luz do fim do dia. 

Vamos caminhar, todos, na areia batida. Uns jogam bola, treinam, gente bonita, outros raquete. Os mais velhos e os velhos, notem a diferença, caminham junto ao mar, para lá e para cá. Banhas a vista. Todos nos seus minutos de paz, longe da loucura que virou a cidade. Caminhar até a ponta da praia, ver os pescadores, o canal, os barcos passando, e inacreditaveis navios gigantescos. Sorte ou azar, enquanto eu lá estava nenhum navio passou. 

Venderam boa parte do clube de remo para a construção de torres de apartamentos altíssimas, agridem o bom padrão da cidade. Seus moradores vão ver os imensos navios e o porto de cima, bem acima. Chique. Chique para os chiques, que também tem chiliques.

Linda Santos. Mesmo com a beleza do mar em sua baia cercada por montanhas está como suas águas, cada dia mais imprópria para a vida. 

O que poderia ser?



Nada como usar a inteligência:
 https://www.instagram.com/reel/Dc6da12oI87/?stkn=Njlhc29qMnU3Y3k5

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Parque do Moinho, possibilidades. Sonho? Não.

Eu vou dar uma de meu irmão, Murillo, que em suas aulas pedia para seus alunos "sonhem!". As possibilidades que se abrem com este projeto do Parque do Moinho são muito interessantes, e podem se viabilizar caso haja interesse e ação por parte da população. 

O Parque do Gato é o mais distante pelo Google Maps, uns 2 km a pé, mas há de se lembrar que os caminhos do Maps são os estabelecidos ou usados, e não os possíveis. Há pontos de grande interesse no entorno do Parque do Moinho estão muito próximos, a uns mil metros. Não é só uma questão de distância, mas da criação de um projeto de vida correlacionado por multiplas atividades para uma área urbana, sem olhar de novo no mapa imagino que uns 4 km por 4 km.


 

Pelo quanto se sabe que haverá uma forte intervenção na região dos Campos Elísios. O resto destes 16 km² está praticamente virgem, ainda sem grande ataque do setor imobiliário. Será mais que uma pena deixar passar mais esta boa chance de construir uma urbanização civilizada para São Paulo.

Qual é o teu sonho para ali?

Novo parque, o do Moinho, velhas ideias



Não há uma palavra sobre o desaparecimento do silo, belíssimo, que existia ali. Por parte do jornal (Estadão) e dos comentários. Exatamente da mesma forma que apagaram a história do Largo da Batata, do Clube Tietê, de boa parte do patrimônio histórico de São Paulo, etc..., etc..., etc... e tal. Derrubaram tudo, inclusive o imponente silo, sumiram com mais uma importante referência da história industrial desta cidade. É prova cabal do baixíssimo nível cultural e intelectual que temos neste Brasil. A saber, há documentação farta provando que preservação de memória pública é fator crucial para estabilidade social e construção de um futuro certo e tranquilo. A destruição do silo e de outras possíveis construções históricas existentes ali, se é que ainda haviam, é mais que uma falta de cultura, é um crime. Mas quem se importa?



Não duvido que a alegação para demolir o silo seja algo como estrutura instável ou algo no gênero. Guardo dentro de meu desconhecimento específico o direito a duvidar. Por tudo que sempre vi e sigo vendo, tenho o direito de acreditar em outras razões, incluindo a mediocridade dos que estão encarregados pelo projeto do novo parque e que já provaram completo desprezo pela preservação de patrimônio histórico. E, por que não, vã vaidade, "eu sou o bom". Esta minha afirmação decorre dos exemplos deploráveis pela forma como foram projetados e criados os Largo da Batata, Largo de Pinheiros e Vale do Anhangabaú. 

O conjunto Largo da Batata e Largo de Pinheiros foram pontos urbanos de grande importância na formação da cidade. Surgiu como parada de tropeiros. Transformou-se, como tudo. Mesmo o que havia ali antes da terra arrasada que se fez, guardava a história de um dos centros comerciais e de pequenas indústrias e toda uma referência social, trabalhista, operária e artesã. Aliás, de futebol. Passaram o trator, demoliram tudo, terra arrasada. Fizeram um 'parque' (?) pobre (!), sem graça, com uma estação de metrô mal posicionada que obscurece uma visão importante do espaço e estreita a principal passagem de pedestres local. Plantaram árvores que só agora tomam forma, mas que como paisagismo não faz o mais remoto sentido, demonstra uma pobreza de espírito que remete ao desenho urbanístico de computadores, control C, control V. É de uma falta de inteligência inacreditável. Ou justificável, pelo que se ouve de respeitáveis arquitetos e paisagistas quando estes falam sobre as novas gerações formadas nas faculdades e universidades.

O Anhangabaú é mais absurdo ainda. Virou um chapadão que remete com tudo aos espaços criados pelo fascismo, nazismo e comunismo brutos. De sua história, do pouco de seu passado, restam edifícios no entorno que simplesmente desaparecem frente ao impacto visual do oceano de cimento inóspito. Está lá porque toda sociedade calou, portanto aceitou. Deve ter quem ache "líndiu!, chiquiú!", "mudernu". 

O novo Parque do Moinho nasce com belas imagens criadas no computador que agradam o povão (e cumpre sua função). Será bem vindo numa área carente de parques e áreas verdes. Gerará um potencial imenso para recuperação de bairros que hoje estão abaixo de uma qualidade de vida que se espera duma cidade rica (?!?) como São Paulo. Mas, de novo, será preciso vigilância sobre o que ali acontecerá, ou a selvageria do mercado imobiliário tomará conta. Alguém duvida? Se acontecer "mais uma vez a classe média irá ao paraíso (da ilusão)", e se perderá mais uma ótima oportunidade, aliás, como sempre ocorre nestas pastgens.
 
O Minhocão está por ali, mas esta é uma outra história que ainda vai longe, como tudo por aqui. A recuperação do Praça Princesa Isabel e do entorno também são vizinhos ao novo parque. E um pouco mais adiante a Luz com suas estações. Repito, há um potencial imenso para toda uma área que há décadas foi abandonada pelo poder público e que se diga, pela população paulistana. Aliás, diga-se a verdade, área que foi trucidada pela irresponsabilidade da construção do mesmo Minhocão, como apontam vários estudos realizados.
 
Enfim, caberá ali um mínimo de inteligência, o que infelizmente tenho lá minhas dúvidas.























domingo, 25 de outubro de 2026

A esquerda venceu ou a direita perdeu?

Que tal a direita voltar a ser a direita e não isto que está aí? Eu me lembro de gente comprometida com o país, mesmo quando fazia críticas pesadas às esquerdas, algumas pertinentes, outras nem tanto. Sabiam ser pragmáticos. Foram inteligentes. Contribuíram muito para o bem deste país.

Isto que temos hoje não é direita, é outra coisa, creio que não preciso dizer. Não foi a direita que perdeu a eleição, estejam certos.

O triste é que o outro lado também não é esquerda. É um populismo... coronelista? 

Está mais que claro que o país que se foda nos desejos do "nós ou eles". Aliás, dois extremos tão semelhantes em tantos aspectos... Em tantas ocasiões quase irmãos.

Asquerosas foram todas as campanhas e mais asquerosos ainda os acontecimentos neste dia de eleição. Todos, tudo.

Estes últimos dias foram os piores da minha vida de cidadão brasileiro.

A saber, segundo comentaristas especializados em política, foi a primeira vez na história deste país que todas as lideranças das mais diversas especialidades ficaram no vazio em suas manifestações pró Brasil. Os cinco manifestos criados que tive notícia, lançados com propostas sérias e consistentes para a construção de Brasil futuro, foram desprezadas por todos candidatos. Incluindo os ditos de direita, fato absolutamente inédito. E deprimente.

E daí, o que se faz?

Ainda tenho esperança de ver um Brasil com todas as inteligências representadas com dignidade, o que está eleição definitivamente provou que não temos. 

Se Lula que realmente passar para a posteridade, que tenha neste seu último mandato a dignidade de trazer este país para um mínimo de normalidade social e institucional. Esperança é a última que morre. 

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

A dolorosa tomada de decisão.

Numa das decisões mais importantes de minha vida, na hora 'h' do entra ou sai tive um forte pressentimento "saí desta, que vai dar ruim". Disse sim e fui. Não deu ruim, deu uma merda federal, a pior possível, ventilador ligado a mil espalhando para tudo quanto é lado. Nunca consegui apagar, nem mesmo suavizar a estúpida decisão da cabeça. Ninguém sabia ou tinha noção ou qualquer notícia do detonador daquele horror, muito menos eu. Ainda há quem aponte para a minha falta de maturidade, vivência, outros tempos... É meu inferno, inferno real, que dói muito e continua me corroendo a cada dia, a cada minuto. Não tem volta.

Nesta época tive um cachorro, um fox terrier de pelo duro, Aramis de Majorca, ou Aramis, que por alguma razão levantava a perna e mijava nas calças de todos fanáticos religiosos que passassem por perto, e só na deles. Era um cachorro muito educado, disciplinado, atendia a meus comandos, uma delícia. Ouvi de várias mães "Quisera meus filhos fossem assim", mas o pipi na bainha das calças de todos que carregavam a bíblia debaixo do braço foi seu desvio de conduta incontrolável. Ou, quem sabe, reflexo do dono. Quando penso nos tão religiosos que vejo por aí me vem imediatamente a passagem dos vendilhões do templo, mais específicamente a maravilhosa pintura de El Greco.

Minha provável expulsão do colégio foi causada, dentre outras sutilezas, pela minha recusa em assistir as missas em latim. Que diabo era aquilo que eu, criança, não entendia nada. "Nossa! Que lindo!", assim, sem mais nem menos? "É assim porque é assim", nunca foi meu prato predileto. Quando decidi descobrir sobre o que se tratava aquela coisa que era imposta pelos padres, comecei a ler, ir ver, xeretar, buscar informações e acabei tirando proveito, não da religião, mas de boas regras para vida, que para mim é o que se trata. E a partir deste conhecimento comecei a rir da falta de educação do Aramis. 

Também mais ou menos na mesma época fui atrás do pessoal que falava sobre proteção aos animais. Passei um tempo entre os 'ecologistas'. Ouvi muita coisa que não entendia, que não fazia muito sentido (mas hoje faz), conheci alguns... digamos... radicais, fanáticos, entre eles uma menina em particular que era muito interessante, mas um pouquinho além do que dava para encarar. E foi ela que me levou a uma reunião onde passaram um filme sobre como tratavam o gado nos frigoríficos. O filme nunca saiu da minha cabeça, e de certa forma definiu minhas posições futuras. Li, busquei conhecimento, agi, um pouco depois colhi muitas e importantes assinaturas para a proibição de pesca das baleias, o que até hoje me traz muito orgulho, e acabei na bicicleta, um tema paralelo à ecologia, mas absolutamente pertinente aos anseios do ambientalismo e da preservação.

Com o tempo e a maturidade fui ficando de saco cheio dos radicais, fanáticos, extremistas, e hoje até mesmo dos que extrapolam limites sendo adultos, vivenciados e lidos. Todos. São uma minoria dentro da sociedade, muitos são bem interessantes, pessoas de quem se pode aprender algo ou muito, mas são chatos, bem chatos, muitos deles realmente desagradáveis. E são exatamente eles, os extremistas, que estão ditando as regras deste momento crucial para o país. 

Domingo a minha decisão, qualquer que seja, vai ser feita com dor no coração e com vontade de esganar. A vida vai dando instrumentos para que sejamos racionais. É o que espero de mim ao teclar a urna. Por experiência de vida sei, mais que nunca, que terei que lutar contra a tragédia que começará já no final do dia. Triste. 

O pior vai ser, certamente, ter que lidar com os vencedores. Como um dos milhões de perdedores deste país, que serei por discordar de tudo que estamos vivendo, digo que vai ser um saco insuportável aguentar o que vem pela frente, qualquer que seja o resultado.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

O primeiro debate da mais vergonhosa campanha...

Acredito que os dois grupos, Estadão e Band, sejam grupos jornalísticos, portanto é de supor que já perderam a virgindade, ou, como diz o jargão jornalístico, não são focas. Óbvio ululante que o "primeiro debate entre os candidatos...." iria dar nisto. Até as ostras com paralisia mental tinham boas razões para desconfiar.

Supõe se ou espera se que jornalistas tenham um mínimo de atitude e inteligência para intervir quando o desejado, a informação, começa a ser vergonhosamente contornada. Eu sei que toda uma nova geração nunca teve a experiência de um Maluf pela frente, mas ainda atuam macacos velhos do jornalismo, portanto não deveriam ter sido pegos de calça curta e abaixada.

E não me sai da cabeça o fato que o governo federal é um importante anunciante para a imprensa e jornalismo. Provavelmente não pegaria bem uma intervenção no meio da asquerosa pirraça dos dois mimadinhos. Infelizmente um dos dois será... será... será..., o que é mesmo que um dos dois será? Cruzes, presidente da república? É isso? Termino rapidinho aqui, tenho que sair correndo.