sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Parque Joia e parque linear Córrego Esmeralda









Choveu 3 meses em uma hora e deu enchente

Choveu três meses em uma hora e encheu o túnel do Anhangabau. Vários carros e ônibus ficaram submersos. Parou tudo. Prejuízo para todos.

A solução que se apresenta? Uma série de ações, alguns piscinões nos corregos da Nove de Julho e da 23 de Maio e outras obras. Piscinões, a obra predileta entre politicos e população para controlar as enxurradas enfurecidas. Única solução? É grande, é visível, dá voto, o povo gosta, o povo acredita, o povo apoia.

Quais são as prioridades máximas da cidade? Alguém sabe? Não falo sobre as que cada um de nós tem na cabeça, mas prioridades, urgências urgentíssimas vitais para o futuro de todos? Prioridades, primeiro passo, segundo passo, terceiro....

De uma maneira muito fria: quanto custa postergar prioridades prioritárias que beneficiarão milhões de cidadãos comparado com evitar que algumas dezenas ou mesmo centenas de carros naufraguem algumas poucas vezes por ano? Sim 'prioridades prioritárias', um erro de linguagem ou uma hipérbole para denunciar a nossa despreocupação, desinteresse, com o que realmente é prioridade?

Como evitar naufrágios generalizados e previsíveis pela cidade que por mais que se faça continuam acontecer? Será a repetição do mesmo a solução? E daí, o que mais?

Deveriam ser divulgados a público estes projetos de contenção de enchentes, pelo menos o funcional, que é o primeiro estágio de qualquer projeto público. É nosso dinheiro que paga e temos o direito de palpitar. Aliás, deveriam ser colocados a público todos projetos e ideias de como resolver a situação, esta e todas outras, sem exceção.

Ter que lidar com um clima tão imprevisível é um grave problema para qualquer administração. Uma chuva de três meses em uma hora é um absurdo que dificilmente será resolvido definitivamente, esta é a verdade. Nada é projetado sob a ótica do excepcional. Tudo é projetado dentro de uma tolerância, de um nível de excepcionalidade, mas não absurdos.

Seria interessante os jornais e meios de comunicação publicar matérias sobre como se constrói os custos / benefícios de uma cidade, de seus projetos e obras. Quais são os desvios e tolerâncias estabelecidas por lei?

A pergunta que deve ser respondida é 'vale a pena deslocar uma montanha de dinheiro para uma obra que terá uso uma ou duas vezes por ano, ou mesmo em anos? Não haverá outras soluções?'

Nenhuma cidade do planeta está preparada para uma mudança climática radical. As cidades brasileiras contam com um problema extra: o que está debaixo da rua é invisível e não dá votos. Em outras palavras, a cidade explodiu, cresceu uma barbaridade, e as obras de suporte para este crescimento são raramente vistas.

Como pensar prioridades? Temos que pensar com pragmatismo o que queremos como prioridades. Se fizermos, com conhecimento de causa e efeito, provavelmente algumas obras mágicas (eleitoreiros) vão desaparecer do mapa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Envelhecer, saúde, SUS e... o seu bolso

Num artigo científico saiu que envelhecemos aos trancos. Está provado que o envelhecimento é uma escadinha que vamos descendo com o passar dos anos não condiz com a realidade. Até se pode usar a escadinha como metáfora, mas não uma continua, degrau pós degrau. No meio da descida tem uns platôs, tempos onde há uma estabilização clínica até a próxima escadinha, ou penhasco. Desculpem, não aguentei com o penhasco, mas, vocês sabem, é verdade.

Mesmo antes deste artigo publicado sobre como envelhecemos, eu tinha vivenciado uma mudança muito rápida da condição física de um querido amigo. Uma bela pessoa, figura atraente, cuidadoso consigo, não sei porque em poucos meses passou de um adulto chamativo para a aparência de um velhinho ainda plenamente ativo. Me assustou e muito. 

Não foi o único. Estou numa fase da vida onde qualquer tombo é perigoso e deve ser evitado, mas os tombos que a vida traz consigo se transformam em normais, regra inquebrantável. 

Voltando de viagem sentei junto com uma menina de 49 anos, rápida, inteligente, antenada. A conversa foi para minhas pedaladas e as caminhadas dela. Quando perguntei se ela já tinha lido ou estudado técnicas de caminhada, ela se assustou. Nunca tinha pensado nisto. Disse a ela que não me assustava sua reação porque o que se dá nas escolas como 'educação física' não é educação física, mas recreio esportivo. 

Brasileiro, no geral, não sabe se cuidar, não sabe o que é seu corpo, o corpo, um corpo, saúde. Incluo aqui a imensa maioria dos frequentadores de academias e esportistas amadores (mais uns tantos profissionais). Melhorar a condição física e a saúde vai muito além do olhar para o corpo. A prova disto é que aqui, Brasil, o negócio é ficar bem, de preferência bonito. "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental" - Vinícius de Moraes. Colou!

Saúde, incluí condição física, corpo, mas muito mais que isto. O primeiro passo é tomar consciência, o que concordo, eta coisa 'cumplicada'.

Neste contexto vem o seu bolso. Sim, minha cara, sim meu caro, o seu bolso. Ou você acha que quem vai pagar a conta do envelhecimento de toda uma população com problemas de saúde? E, ouça bem, o custo da brincadeira não vai ser só no seu bolso, esteja certo, espere para ver, ou levante as orelhas para saber as maravilhas que virão com o envelhecimento dos outros, todos outros, sem exceção.

Evitar certos temas é de uma burrice sem tamanho. A conta virá, líquido e certo. O seguro morreu de velho.


– Como é que você vive sem medo com a morte por perto?

O velho riu, sarcástico:

– Todos nós temos a morte em nós, seu merdinha. Desculpe chamá-lo assim, mas, se você acha que existe alguma garantia para viver, você virou um idiota de um ministro do Supremo que é capaz de promulgar uma lei isentando-o da morte e da responsabilidade de ser imparcial. Pois a morte, meu caro, tem uma imparcialidade absoluta. Como diz a rima: ninguém escapa, nem o rei, nem a rainha e nem o papa. Ela é comunista.

Roberto DaMatta


Um ponto fundamental levantado pelo : o modelo atual remunera os procedimentos realizados e não o resultado final. Mudar isso exigiria renegociar contratos com prestadores, revisar instrumentos regulatórios e de incentivos e criar sistemas de monitoramento inexistentes no SUS atual. É difícil? Sim. Mas com vontade política dá para fazer. Seria um ganha-ganha: redução de custo do sistema e melhora de qualidade de vida da população.

Frankito, o curioso 


Caneta mágica? É mesmo. Vai esperando. Toda magia tem uma enganação por trás.

Aleluia!

Enfim, "Nós que aqui estamos por vós esperamos".

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Romaria para Aparecida, perigosa?

Comecemos pelas más notícias, que é o que mais cola. A Romaria para Aparecida teve três mortos, sendo dois assassinatos e um atropelamento. E, mais uma vez, o consenso geral é que a romaria pela Rodovia Dutra é um perigo para os romeiros. 



Fazendo uma análise fria:

O santuário de Aparecida recebeu 494,6 mil devotos de Nossa Senhora entre os dias 3 e 12 de outubro. O aumento é de 54% em relação ao ano passado, quando 320,6 mil fiéis foram ao santuário no mesmo período. Este ano, cerca de 40 mil devotos fizeram a peregrinação a pé, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Só neste domingo, 12, cerca de 152 mil pessoas assistiram às sete missas e outras atividades religiosas desenvolvidas no santuário. Fonte e texto: Estadão 

Oficialmente foram 40 mil na estrada com três mortes violentas, ou seja, 7.5 / 100 mil mortes violentas, o que está um pouco abaixo e não muito longe dos números da violência no Estado de São Paulo. Tem quem vá ler este meu início como uma forma horrorosa, desumana, de pensar. Desculpem, mas muito pelo contrário. Resolve-se problemas graves com frieza, não com emoções. Colocou emoção vira emocional, não racional, lógico, sensato, o verdadeiro caminho para se chegar ao resultado desejado, correto, positivo.
Eu truco que foram 40 mil fazendo a peregrinação a pé. A diferença que se viu na estrada, o que o pessoal dos PAP, Ponto de Apoio ao Peregrino, mais todos romeiros experientes afirmaram, é que o número de romeiros na estrada, de São Paulo a Aparecida, dobrou. A diferença para o ano passado foi gritante. Duvido que todos nós estejamos errados.

Sim, fazer a pé ou pedalando a romaria de Aparecida não é algo que se possa dizer seguro, mas os números de certa forma apontam uma outra realidade. Gostaria de ter números atualizados sobre a segurança de pedestres em meio urbano para fazer uma comparação. 
Vamos lá. As avenidas paulistanas têm limite de velocidade de 50 km/h. Tem várias cidades que o limite de velocidade é mais alto. Quando você espera o sinal abrir para cruzar não fica próximo ao meio fio? Os ônibus não passam muito perto? Mas aí ninguém fala que se sente inseguro. Ok, 50 km/h é bem diferente de 100 km/h, ônibus é diferente de carreta.

Mas uma coisa é fato: a cultura do medo é muito interessante para muitos, de ativistas às autoridades. E afirmo que tem gente que lucra com a venda do medo, do sentir-se inseguro, e lucram muito.

Eu, Arturo, não tenho medos e receios de pedalar na Dutra, de fazer a romaria? Óbvio que tenho. Alguns tem fundamentos, outros definitivamente são produto de indução. Meu maior medo? Assalto. Segurança no trânsito? Muito menos. Óbvio que seria muito melhor se não tivesse todo aquele trânsito zuando na orelha.

O que fazer?  
Ponderações:

Como estão as investigações dos crimes ocorridos nas romarias passadas? Quais resultados? O que faltou?

Como a inteligência da polícia trabalhou a segurança dos romeiros nos meses anteriores a romaria? Sim, a polícia trabalhou, disto tenho certeza porque ouvi vários depoimentos, inclusive de pessoas ligadas a organização dos pontos de apoio.

Conversei com polícias durante a romaria. Todos responderam que em vários aspectos têm as mãos atadas, o que não duvido. Aliás, em Pindamonhangaba presenciei romeiros simplesmente desprezando as orientações de um Rodoviário Federal e seguindo em frente, para meu espanto. "Não posso fazer nada", reclamou resignado o Federal.

É fato que os limites sociais deste país derreteram. Todos. "Que se dane o outro" impera impiedosamente.

Mesmo os bandidos num passado distante tinham um código de conduta, uma noção de dignidade, de limites. Foi-se. "Perdeu! Perdeu! Dá ou mato!". Hoje impera a estupidez generalizada.

Segurança no trânsito? Alguém realmente se importa? Quantos pensam no próximo?

Mobilidade:

Muito se fala em segregar, criar um espaço específico para os romeiros, 134 km segregados. A ideia corrente é retirá-los da Rodovia Dutra.

Como trabalhei com mobilidade, deixo o recado: segregar nem sempre é a melhor solução. Segregar simplesmente tem tudo para gerar outros problemas, alguns tão ou mais graves quanto os que se tem agora. Segregação feita pela metade ou segregar para tirar eles da frente, uma eterna regra brasileira. Temos inúmeros exemplos de segregação mágica realizada de qualquer forma que deu bem errado.

Pois então...

Pergunta que não quer calar: vão construir passarelas em todos cruzamentos de estradas? Tem verba? Tem verba para romeiros e nunca teve verba para os trabalhadores que circunlam a pé ou pedalando no dia a dia, na mesma rodovia, durante todo ano?

"A Dutra virou uma avenida", afirmação corrente entre autoridades. Se virou uma avenida, se corta cidades ao meio, será que não tem que ser tratada como trecho urbano, portanto levando em consideração pedestres, ciclistas e mobilidades eletricas que há muito circulam ali?

Outra pergunta: a segregação vai ser larga o suficiente para segregar os ciclistas dos pedestres? E o que vão fazer o que com os ciclistas que recusarem entrar na ciclovia? Ciclistas esportistas que treinam serão obrigados a usar o novo espaço segregado, então pedestres conviverão com ciclistas pedalando a 30, 40, 50 km/h, quando não mais rápido, é isto? Como fica, bicicleta é de fato um veículo, como está no CTB, ou deve ser visto como o que? E com o estouro da boiada das eletricas, todas, como fica a segregação? Etc...

Segregar é uma palavra linda, mágica, a dita solução inteligente de tudo, até a realidade bater na porta. E estejam certos, bate. Mobilidade segura se constrói com conhecimento e inteligência, muitas vezes com soluções que não parecem lógicas. Segregação para dar os resultados esperados custa caro, bem caro, tem que ser um trabalho multi disciplinar, uma mudança de comportamento coletivo. Mudança de comportamento no meio deste "nós ou eles"?

Fora a questão legal envolvida, que como todos sabemos, estácomo fralda de bebe: você nunca sabe o que vai acontecer. Tem fralda que..., despulpem, tem lei que cola e lei que não cola. O que vai sair disto?

Não haverão outras alternativas? Outras soluções? O que diz a experiência internacional? O que se pode fazer dentro da lei? Afirmo com todas as letras: muito! E não precisa pensar fora da própria lei. Basta sair da caixinha.

Para sustentar a minha preocupação com esta obseção por segregar, poderia encher aqui de perguntas pertinentes.

A que mais me pega é: "Vão destruir uma importante tradição do povo?"

O que eu faria? Já escrevi; eu acalmaria a via Dutra durante os 10 dias da romaria de Aparecida.


Ponte Estaiada

Olha só que divertido, no título digitei Estaiada e o corretor mudou para Ensaiada. Olha só, acertou em cheio.

Minha irritação com a Ponte Estaiada vem desde a época de sua construção. A razão é simples: tendo uma favela em frente, tendo uma população, que vai além muito desta favela, que depende de transporte coletivo, sendo um projeto de uma administração dita socialista, favela de um lado do rio, CPTM / metrô do outro, a nova ponte estava sendo construída quase que exclusivamente para automóveis e motos. Aliás, desculpem meu erro, duas favelas, a outro fica um pouco mais a frente. Pedestres, ciclistas? Chico Anísio deveria ter criado um personagem de esquerda e ligado aos movimentos sindicalistas que repetisse o "eu quero que pobre se exploda!"

O vídeo a seguir fala sobre algo que não tinha me lembrado: pela Ponte Estaiada não passa nenhum ônibus de transporte coletivo. Nossa! Como é simbólico! Ora, vejam, projeto de uma administração socialista. O X da questão, sem dúvida, e que Xizão!

Os 'pobre' que se virem. Que caminhem até a Ponte Cidade Jardim para ir ao trabalho. Faz bem para saúde, só uns 3 km. Ou que peguem um ônibus que vai pro terminal João Dias e de lá peguem um outro para ir pro trabalho. E não faltem ao trabalho! Podem também pegar um ônibus das maravilhosas linhas que passam pela avenida Morumbi, onde o trânsito flui que é uma maravilha. Não, ainda não temos aí ônibus leito. Os gênios que governam pelo povo, os mesmos que deram ok a Ponte Estaiada, estão estudando a ideia.

Que cidade vocês querem? A do Minhocão ou da Estaiada? Qual a mágica há por trás destas obras tão icônicas para o povo? No fundo, as duas têm muito em comum.


Estou em São José dos Campos, de frente para sua ponte estaiada. Orgulho da cidade. Orgulho? Sim, orgulho. Agora, quando começam os congestionamentos que deveriam ser evitados pela ponte, talvez este orgulho comece a ser posto a prova. 




segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Raquel Lyra, entrevistada pelo Estadão

Bravo menina, bravo! Minha Presidente da República do Brasil, em meus sonhos já eleita, é Raquel Lira.

Como Raquel diz no começo desta ótima entrevista, não é sobre política, não é sobre manter o povo divido, é sobre entregar o que o país e o povo precisam, é sobre trabalhar para que estas entregas aconteçam de fato e de direito, é sobre resultados comprovaveis, é sobre construir o bem. Parabéns menina, parabéns Excelentíssima Senhora Governadora do Estado de Pernambuco, mulher, nova, e eleita no primeiro turno, com louvor.

Quanto à repórter, eu não teria sido tão paciente quando da insistência na pergunta sobre em quem Raquel Lyra dará apoio. A resposta de Raquel foi de uma inteligência inequívoca: agradeceu o que recebeu para seu estado, Pernambuco, mas ela reeleita responde pelo Estado de Pernambuco. Nas meias palavras, unir um povo, lutar contra a divisão estúpida que temos. Em outras palavras, aos que não entenderam: um mínimo de inteligência para não começar o novo governo com pé errado. À jornalista, neutralidade, minha cara, neutralidade, uma forma de pensar de uma inteligência louvável.



A romaria, a estrada os automóveis

Estou em Aparecida e fiz a romaria partindo de São Paulo. Todos estão afirmando que o número de romeiros dobrou este ano. O que quer que seja, explodiu. Venho fazendo romarias todos anos e afirmo que o que acabei de ver é assustador. Se continuar neste crescente, o que deve acontecer, não sei como será ano que vem e nos próximos.

Sim, há um problema de segurança; sim, houveram ocorrências. E sim, as autoridades estão pensando a situação dentro do estrito da lei e dos manuais de segurança no trânsito. Em outras palavras, os romeiros, pedestres, tem que se encaixar no CTB que ainda é escrito priorizando a fluidez do trânsito motorizado. Isto, em qualquer país civilizado, tem se provado um erro.

A romaria é um fenômeno social. Duvido que se consiga descaracteriza-lo mudando seu trajeto original.

Como está CTB de maneira clara e inequívoca, a prioridade máxima é do pedestre.

Recomendo que as autoridades pensem fora da caixinha. Não estou falando fora da lei. A Romaria para Aparecida é um case que oferece oportunidades únicas para se pensar sobre o futuro das mobilidades. E de movimentação de massas.



Para quem não entendeu o que escrevi aqui, por favor, vejam o que está acontecendo em todo mundo. Há uma mudança em andamento que não vai parar, é irreversível, simples assim.


Ou procure outras publicações sobre o que Michael King fala, e que ouvido em todas partes. Aqui? Numa palestra na Universidade Mackenzie ouvi uma das principais autoridades (?) sobre pedestres soltar algo como 'este cara não sabe o que fala, é um imbecil'. Detalhe o dito veio da boca de alguém que tinha no momento daquela palestra de King um currículo de momento 750 ocorrências fatais com pedestres / ano. Sim, é isto mesmo, está publicado, número oficial. A responsabilidade foi só de um? Não, mas o número insiste em ficar grudado na chefia. E aqui era uma respeitada como autoridade. 

Faça sua escolha.