sexta-feira, 3 de abril de 2020

Pedalar talvez. Dar bom exemplo com certeza

Aviso: mantenho o texto, mas o Ministério da Saúde está neste exato momento pedindo que use máscaras. Provavelmente devem ter algum número para aumentar os cuidados. Mais que nunca cuidem-se e principalmente cuidem dos outros. Meu dogma vem da cultura japonesa: Não interessa como você encontrou o lugar ou a coisa; interessa deixar melhor para o próximo que vier.

Soltei um link onde especialistas ingleses dizem para sair e pedalar, o que confesso que tenho feito. A questão é como pedalar sem se contaminar e sem dar um exemplo muito negativo. Estamos em quarentena, fique em casa, esta é a regra de ouro para evitar que a pandemia seja pior do que já está sendo; portanto, se for pedalar pedale onde não vá dar mal exemplo. No mínimo evite avenidas onde vai ficar mais exposto e aglomerações. O que está acontecendo todos dias na av. Pedroso de Moraes, por exemplo, que está cheia de gente caminhando, correndo a pé e pedalando, como se fosse um domingo normal, é péssimo, seja pelo lado da prevenção, por demonstrar falta de noção de prioridade, desinteresse pela coletividade, e mais triste ainda, por que de uma certa forma dá entender que concorda com o discurso errático, irresponsável e completamente fora do tom deste maluco que temos comandando o Brasil. 
Este é o país do "não vai acontecer comigo". Historicamente não conseguimos nos livrar destas cracas sem fim que só prejudicam o deslizar do nosso barco. É absolutamente certo que a craca coronavírus está parando e vai fazer água em vários países, alguns vão naufragar, como é certo que se todos especialistas e cientistas do planeta estão repetindo sem parar em tom afinado “fiquem quietos, isolem-se”, é sábio pelo menos ouvir e pensar seriamente em ficar quieto ou pelo menos o mais isolados possível. E dar bons exemplos de civilidade.

"Não é bem assim..." É mesmo?
Você já viu ou conviveu com alguém que teve uma crise respiratória aguda? Já segurou na mão de alguém que não conseguia respirar? Ou sendo mais suavezinho; já pinçou a vértebra e teve a respiração travada? Ou quebrou costelas, o que faz a respiração normal ser um inferno? Já ficou sem poder respirar por mais de um minuto? Não? Nunca passou por qualquer destas experiências? Não?

Se sair para pedalar, andar ou correr por favor seja discreto, de preferência invisível, não dê mal exemplo. Não pedale em grupo, não fique próximo um do outro, fique numa distância segura do ciclista da frente de forma que as gotículas da respiração dele não cheguem em você. O mesmo para corrida e caminhada. Evite avenidas. Saia em horários que as ruas estão mais vazias. Seja invisível.
Só lembrando a vocês que a brincadeira aqui no Brasil ainda não começou. Quem acredita que "não é assim" por favor olhem Espanha, Itália e Estados Unidos, ótimos exemplos de "não é bem assim".
Estamos em quarentena, não em lockdown como Espanha, Itália e várias áreas dos Estados Unidos. Aí o bicho pega.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

São Paulo vazia, como na minha infância


Está um silêncio... Lá no fundo, bem baixinho, em algum lugar que não consigo identificar está tocando a música símbolo da Disney.  
Não sei como está sendo a quarentena para vocês, mas espero que estejam passando bem. 
Adoro este silêncio. Adoro a cidade vazia, qualquer cidade. Como vivemos no meio da loucura chamada São Paulo quando todos somem, vão para a praia, a cidade fica uma delícia. 

Sou daqueles paulistanos "chiques" que viu e viveu numa cidade muito tranquila. Nasci e vivi até meus 11 anos no meio do Jardim Europa, rua Sofia esquina com rua Alemanha, por onde passavam poucos carros e praticamente nenhum pedestre, a não ser o "homem da capa preta", que não sei se realmente existia, mas sua imagem servia para apavorar criancinhas que não se comportavam bem. Nunca fui ameaçado por aí mesmo aprontando uma atrás da outra, mas ouvia histórias com frequência sobre o "homem da capa preta". Em 66 uma amiga de minha irmã, bela e despachadíssima adolescente, ficou frente a frente com um homem de capa preta que abriu a capa e mostrou seu pênis. Ela teve um acesso de gargalhada e seguiu em frente. Nunca mais se ouviu falar da capa preta nem do broxa. 

Quando criança eu corria para a janela do quarto de minha mãe, que ficava de frente para a esquina, quando ouvia algum motor acelerando rua Alemanha abaixo. Adorava um Rover verde quatro portas que cantava pneus na curva para a rua Bucareste ou passava direto e cantava na entrada da rua Inglaterra. Era minha diversão, me colocava em contato direto com os carros de corrida que via pela TV branco e preto, minha outra diversão. Meu vizinho Edson tinha uma moto Gilera 175, linda, que me arrepiava todo quando acelerava. Jardim Europa era ruas curvas perfeitas para os malucos de então, que eram poucos, passavam muito de vez em quando, quando passavam. Uma tranquilidade. Motorista tranquilo só o nosso padeiro que entregava pão em casa com uma perua Ford Prefect 1948 preta, pequenina, linda, parecendo um brinquedo para minha idade de então. O resto meio a mil. Carros eram então o must, qualquer um, bastando ser carro. Um dia meu pai chegou com uma Romi Isetta e eu tive a brilhante ideia de colocar nossa tartaruga na frente da roda dela. Coitada na tartaruga, minha consciência chora até hoje.
Há uma pequena praça triangular gramada e com arbustos entre a rua Sofia e a Bucareste, esquina com Alemanha. E tinha tia Lígia com seu Chevrolet Bel Air 1951 que não raro dirigindo completamente bêbada ignorava a praça, a guia, as plantas, e passava direto com o carro dando um pulo de cavalo de cowboy que eu achava o máximo. Ela telefonava dizendo que estava vindo e eu ia para a rua assistir o rodeio. Não tinha perigo, tia Lígia com o tranco fazia uma curva perfeita manobrando e estacionando o carro em nossa porta como se nada houvesse acontecido. Não resta dúvida que o Bel Air era um tanque de guerra.
Jardim Europa daqueles tempos, acreditem, era muito menos agitada que a São Paulo de quarentena que estamos vivendo. A bem da verdade era uma bosta para qualquer criança ou pelo menos para mim que não parava quieto. Não tinha com quem brincar, era um deserto, um saco. O máximo que fazia era pedalar meu jeep de bombeiros até a outra esquina e voltar. Numa destas pedaladas conheci Paulinha, que tinha a mesma idade e pedalava um triciclo. Pedalamos juntos algumas vezes, era divertido, mas morreu de sarampo logo depois. Foi bem pesado. Assim que meus pais souberam da trágica notícia me enfiaram no carro e me levaram para tomar a vacina. Nunca mais vi seus pais ou qualquer movimento na casa castelinho que viveram até também morrer.
Paciência, esta São Paulo me lembra minha infância, mas vai passar.
No pré primário do Branca de Neve, 1959,
no centro da fileira de cima, cabelo preto.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Necessidade da PMSP e Governo não deixar parar o que é seu

Fórum do Leitor
O Estado de São Paulo

Em relação à pandemia tudo indica que a Prefeitura do Município de São Paulo está fazendo o correto, mas este é o momento para resolver problemas da cidade que podem afetar as boas ações em relação ao coronavírus. A cidade está vazia, perfeita para realizar obras emergenciais nas ruas, avenidas e pontes, dentre elas e principalmente as que envolvem concreto que demanda bom tempo de cura. O aumento do número de leitos vai bem, mas é necessário olhar com urgência a condição de ambulâncias, carros de bombeiros e PMs, e outros necessários para o transporte de suplementos. É ótimo momento para unificar os códigos internos usados por todos que trabalham com urgências e atendimento ao público. Não temos um 911, mas 190 para PM, que não é o mesmo do SAMU ou dos bombeiros ou da Defesa Civil. Alguém da Prefeitura ou Governo está cuidando da instabilidade que estamos tendo na Internet. São Paulo tem uma central de inteligência digital unificada que colha dados, os processe, analise, e apresente respostas para todos os problemas periféricos, diretos ou indiretos, mas estratégicos ao combate da pandemia? Com o que Prefeitura e Governo do Estado vão mostrar que a vida continua para as administrações e que o povo pode ficar quieto em casa com tranquilidade?

Aproveitar diminuição de trânsito
·         tapar buracos – muitos perigosos
·         consertar problemas de pavimento em concreto
·         trabalhar problemas nas pontes
·         critério de prioridade pontos estruturantes do combate do corona
o   hospitais
o   centros de acolhimento
o   distribuição de alimentos e remédios

·         fluxo de emergências
o   ambulâncias
o   bombeiros
o   PM
o   aeroportos
o   heliportos

·         consertar semáforos
·         cuidar da sinalização viária
·         controlar velocidade máxima – evitar acidentes


·         aproveitar e colher dados sobre variação de circulação e mobilidades
·         ter números sobre circulação de prioritários para sobrevivência da cidade
·         estabelecer e comunicar planejamento fluidez de emergência
o   CET, DETRAN, PM, Choque
o   logística transporte – ordenar pequenos - educar entregadores bicicleta
o   população geral
·         mapear casos, ações, emergências da pandemia
·         entender a evolução da logística do “colapso”

·         temos um grupo que esteja centralizado dados periféricos à pandemia?
·         quem são?

·         São Paulo tem um centro tecnológico de controle de emergências?
·         como está a estrutura tecnológica da Defesa Civil?
·         como estão as centrais da CET?
·         como estão as centrais da PM?
·         qual a estrutura de comando do Prefeito e Secretários?
·         como está organizado a Região Metropolitana para emergência?
·         unificar códigos de emergência – hoje todos diferentes – e toda comunicação
·         existe capacidade computador para absorver e cruzar toda informação
·         quanta e que tipo de informação tem empresas de segurança privada?
·         quem mais da sociedade civil ou privada tem informação valiosa?

·         A PMSP e Governo do Estado têm um sistemas de internet internos, eficientes e confiáveis

·         como a inteligência do Exército está acompanhando?
·         especialistas de cenários do Exército

Comunicação
aproveitar o momento para corrigir erros / distorções de informação passados e atuais
apresentar o lado do inimigo / problema e reposicionar perante opinião pública
qualidades / defeitos / problemas
                Hospitais:
·         apresentar a estrutura de um hospital para a população
o   atendimento direto ao paciente
o   indireto: cozinha, estoque remédios, lavanderia...
o   administração: diretor, gerentes, responsáveis...
o   outros
·         mostrar perfil dos atendimentos:
o   porque brasileiro prefere ficar doente durante a semana
o   pacientes que poderiam ser evitados:
§  saúde preventiva – erros do poder público
§  saúde preventiva – erros da população
§  problemas criados por curandeiros e outros
·         qual a falha da comunicação oficial para os que ainda não creem?
·         quem manda no que?
o   (exemplo: como assim a administração do CEASA é Federal?)
o   o rio Pinheiros (e provavelmente o Tiete) tem cinco autoridades mandando
o   como está o sistema de saúde, quem manda realmente?
·         o que não pode abrir para a população
·         o que não pode abrir para a população abrir em off para imprensa
·         imprimir imediatamente informações e fixar onde a população leia
·         quais as práticas comuns da população que são perigosas
·         diferenciar comunicação para homens e mulheres – limpar-se, por exemplo; menstruação, cuidados íntimos, piercing...
·         propaganda de utilidade pública pouco usada
·         nomes confiáveis que trabalham com populações carentes
o   mapear
o   locais
o   brasileiros
o   estrangeiros
·         quem destes que prestam serviços para os carentes é bom no que?
o   quais os prioritários
o   14% da população brasileira tem algum tipo de deficiência
o   o número de deficientes graves é alto
o   quais os grupos de maior risco de contaminação própria
o   quais os com maior risco de contaminação social
·         divulgar nomes que estão sendo cruciais neste momento?
Exército
·         temos especialistas em contaminação biológica ou viral
·         o que trouxemos de inteligência do Haiti e outros
·         o que estão falando os especialistas em cenários militares
·         qual é o nível de prontidão
·         estão treinando as PMs
·         bombeiros

Para a população:
·         fazer a população acompanhar diariamente a saúde de médicos, enfermeiros e outros – melhorar a compreensão e imagem do que é o sistema de saúde
·         usar agência de propaganda e comunicação para trabalhar imagens dos servidores – não políticas. Humanizar o sistema
·         ensinar a ouvir e organizar ideias
·         aproveitar que os estudantes estão em casa
·         usar Universidades, escolas modelos, professores aposentados, pensadores
·         apresentar de maneira fácil de compreender a parte econômica

·         resolver o problema do entulho: usar como exemplo / referência
·         porque os trabalhadores que trabalharam no sistema ISO e outros não transferiram o aprendizado e a prática para suas casas e bairros?
·         qual é a movimentação / deslocamento das populações pobres e carentes
·         vir a público e mostrar ações reais que estão sendo feitas para protege-los
·         como favelados devem agir com um doente em casa

domingo, 29 de março de 2020

O nosso desprezo pela ciência vai matar mais

Fórum do Leitor
O Estado de São Paulo

Esta situação que vivemos podia ser imprevisível, mas os resultados poderiam (e poderão) ser menores caso o Brasil tivesse mais interesse e respeito pela pesquisa e coleta de dados. Vale não só para o corona vírus como para todos dramas brasileiros. É muito triste a falta de apoio para a ciência brasileira que está dando preciosas respostas, mesmo dentro de uma precariedade vergonhosa. A fala do Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta neste sábado passado, 28 de Março de 2020, foi um momento raro no Brasil de chamado para a razão, para o bom senso, e para os procedimentos que levam a construção e utilização da ciência para combater um mal, isto num governo onde se fala em terra plana.
Hoje não se tem números detalhados e precisos sobre a população que vive nas favelas, quantos velhos, quantas crianças, grávidas, bebes, pessoas com alguma deficiência, quantos tuberculosos, quantas doenças e quais as graves que possam fazer um rápido alastramento da pandemia. Nem nossos bairros mais ricos têm mapeamento básico e unificado com o nível de precisão necessária para a manutenção e planejamento de qualidade. Olhem a fiação pendurada nos postes, vejam a buraqueira que é aberta no asfalto. Porque haveríamos de ter mapas de vidas? Espero que desta grave crise saiamos pelo menos com mais respeito pelas pesquisas, coleta de dados, precisão, qualidade e principalmente pela ciência.

quinta-feira, 26 de março de 2020

Pensar o agora e o retorno; break down


Quais são as referências existentes e propostas para a retomada da economia pós coronavírus?
O que se está pensando fora do Brasil?
O que se está propondo para a Itália? Como vai ser?
Comunicar à população

Quais as referências pós WWII?
Primeiros dias, meses, anos do pós guerra
·         dos indivíduos
·         das famílias
·         das comunidades
·         das cidades
·         o que já estava planejado antes do fim da guerra?
·         reconstrução

Outras referências de reconstrução pós guerra.

Ana Flor – Globo News
“Na hora de religar não se sabe quais as lâmpadas que vão funcionar”
·         olhar as lâmpadas durante o apagão
·         conhecer o sistema
·         achar cominhos para revisar e testar o sistema
·         saber como religar o sistema, o que ligar primeiro e passo a passo
·         ligou de qualquer forma corre o risco de explodir o sistema
Quem tem experiência em situações como esta?
·         Defesa Civil
·         Exército
·         quem?

Criar gabinete de reconstrução
·         todas as áreas
·         governo
·         empresas privadas
·         sociedade civil, ONG e outros
·         representantes das comunidades
·         igrejas e outros
·         especialistas, professores, estudiosos
·         etc...

Emergências imediatas durante a crise pandêmica não relativas à doença
·         para quem olhar imediatamente
·         quais são as prioridades deles
·         quais são as prioridades possíveis e realizáveis
·         imediato
·         médio, longo prazo
·         imprevistos com necessidade de ações imediatas
·         o que, porque ou quem descartar / qual impacto social
·         atrapalha, mas não pode ser descartado
·         fluxo de dinheiro
o   como fazer chegar
o   para quem
o   quanto
o   origem
·         como gerar trabalho imediato
·         o que pode ser trabalhado dentro das favelas imediatamente
·         como contornar a Lei de Licitação 8.666 (8: infinito; 666: a besta do apocalipse)
·         o que mais dificulta o poder público
·         o que existe online
·         ONGs e outros

Propaganda de caminhos
·         apresentar o passado por números, sem ideologias, sem teologias
·         mostrar qual a situação hoje
·         explicar – compreensível para grande público
·         apontar caminhos explicando porque sim porque não
·         explicar - compreensível para grande público

Imprimir folha dupla de jornal com dados e propostas
·         ensinar como usa-las para organizar o pensamento e as propostas
·         espalhar em locais públicos, tipo estações de metro e trem
·         planilhar online
Usar outras formas de comunicação da análise realizada
Acompanhar para combater fake fews
Como frear legalmente os sabotadores?
·         imprensa
·         rádio
·         TV
·         rádios comunitárias
·         redes sociais locais
·         redes sociais
·         até pichadores e outros

Problemas crônicos do Brasil são bem conhecidos
·         exemplos socias
o   quem é exemplo
o   porque bons exemplos não colam – jogar lixo na lixeira, por exemplo
o   desconfiança como sobrevivência social
·         desemprego
o   trabalhos básicos
o   distorções atávicas
o   o erro ou mal feito como negação da elite
o   empregada doméstica que deixa fora do lugar para provar que ela esteve lá

o   construção civil
o   prestação de serviços
·         violência
·         criminalidade
o   como controlar a violência durante a crise; que leis; qual agilidade
o   real
o   virtual
·         educação
o   analfabetismo
o   analfabetismo funcional
o   distorções culturais – erros de análise
o   falta de informação correta
o   falta de treinamento
o   falta de autoconfiança
o   perenização de erros como autoproteção
o   inclusão social distorcida (adolescente, fala pobre...)
·         habitação
o   a casa em si
o   localização em relação ao trabalho
o   urbanismo do entorno
o    
·         saúde
o   preventiva
o   água
o   esgoto
o   lixo
o   sistema de saúde
·         racismo
·         fome
o   mapeamento dos pontos de distribuição – mercadinhos, supermercados
o   preços
o   diversidade
o   índice de perdas
o   cesta básica X alimentação básica
·         transporte
o   quanto mais pobre, mais distante
o   quanto mais longe pior o transporte – todos
o   quanto pior o transporte pior a noção de coletivo
o   CTB real X a realidade (uso de capacete obrigatório e realidade)
o   erros comuns do Poder Público
o   realidades urbanas diferentes, transporte diferente
o   ser transportado
o   transportar
o   trabalhar com transporte / logística
o   logística atende a quem
·         treinamento
o   público alvo
o   dividir por capacidades / habilidades
o   pedagogia para imbecil funcional – fazer entender o básico do básico
o   entender e limpar distorções, ou pelo menos minimiza-las
·         noções de planejamento
o   familiar
o   administração dinheiro
o   programação futura
o   prevenção
o   o que é um negócio – sistema S
o   o que é uma empresa – deixar de ser assalariado para sentir-se incluído
o   entender o que é o Estado, o que são os três poderes
·         baixa qualidade de produção
o   nós sabemos, eles são uns imbecis; é uma estupidez perigosa
Olhar projetos urbanos que foram trabalhados
·         Projeto Fazendinha – Praça das Corujas: construir praças
·         Córrego Limpo – construção de parques lineares
·         Ruas e rios
·         livro Márcio Moreira Alves sobre Governo Montoro – procurar outros livros com propostas, projetos e outros que funcionaram no passado
·         Equipamentos esportivos
·         projetos construtivos sociais que estavam em andamento e que podem prosseguir

Criar um programa para a retomada da vida dos mais pobres.
Tudo que não precisamos é depois de ter mortes pelo coronavírus termos um banho de sangue deflagrado pela população que se sentiu abandonada.