Arturo Alcorta, Escola de Bicicleta, sobre a vida, rodando um pouco por tudo
quarta-feira, 4 de março de 2026
terça-feira, 3 de março de 2026
Pedágio urbano para frear o uso do carro
NYC não foi a primeira. Muito antes várias cidades européias usaram instrumentos para frear o uso indiscriminado do automóvel nos centros urbanos. Não só pedágio.
Como europeu passou por duas guerras brutais, a forma de pensar é outra, pragmática. Eles até acreditam em milagre, mas meio da boca para fora. Na hora de resolver as coisas, pensam de maneira prática e realista, o que definitivamente não é nosso caso.
Até dá para impor um pedagio urbano em São Paulo, eu até sou a favor, mas há uma série de senãos aí, começando pela questão social, que aí sim é uma questão a ser muito bem pensada. Em NYC, ou em qualquer cidade européia, não há o abismo social que temos por aqui, o que é um fator a se pensar bem. Pedágio urbano gera mudanças significativas no fluxo de dinheiro. Quanto maior a diferença social, maior o impacto na macro economia urbana.
Temos que resolver o caos que estamos vivendo e que só piora. Para isto precisamos de um planejamento que olhe para a cidade e seu cidadãos, sem imediatismos ou delírios. É mudança de médio longo prazo, mesmo que necessitemos de uma ação dura para sanar gravíssimos problemas ontem.
NYC começou um plano de recuperação e reestruturação da cidade na década de 80, quando disseram um basta a uma violência incontrolável de 82 assassinatos por 100 mil. O primeiro passo foi colocar ordem na questão social, diminuindo a violência brutal, através do Tolerância Zero. O segundo passo foi iniciar o que é conhecido como Cidade Sustentável, que teve Jeanette Sadik Khan e sua reforma da Broadway av inaugurada em 2007. Pedágio urbano faz parte do processo, de certa forma está contabilizado e equacionado pela população.
Em Bogotá, outra cidade que teve uma profunda mudança urbana, o que Penalosa fez só foi possível porque foi preparado o caminho pelo prefeito anterior Antanas Mockus. Ou seja, houve um planejamento de longo prazo que foi seguido.
Não há referência histórica do "faz que dá certo" que tenha realmente dado certo. O melhor exemplo de que o "eu sei, eu faço, vai dar certo..." não funciona está aí e tem nome: Trump. Os próprios americanos estão só començando a pagar o pato.
Outro exemplo deste tipo a não ser seguido chama-se São Paulo, o Município e sua área metropolitana. Desde a década de 70 se faz tudo no "eu sei, vai dar certo..." O resultado está aí. Planejamento? De longo prazo?
Interessante é que nos dois casos, Bogotá e NYC, o ITDP teve atuação marcante na transformação das mobilidades destas cidades. Na mesma época, o ITDP estive aqui, deixaram muitos ensinamentos, mas parece que não aprendemos nada.
"Nós sabemos, nos somos diferentes, faz isto que vai dar certo..." dito e repetido aqui sem parar parece, repito, parece que não deu certo, só parece.
Eu definitivamente não quero mais.
A saber, em plena ditadura, em seus momentos mais duros, houve por parte dos que sabiam o que era uma cidade uma gritaria contra a construção do Minhocão. O sonho destes estudiosos então era a construção de uma cidade em cima de um plano diretor organizado e realista a ser seguido, que tinha como base experiências nacionais e internacionais. Curto, médio e longo prazo. Venceu o "eu sei o que estamos fazendo, nós somos diferentes..." É isto aí, somos diferentes, o resultado está aí, no sonho de boa parte dos brasileiros que todas cidades se transformem em Balneários Camboriu. Que beleza! Igualzinho a Manhattan.
Que pobreza vergonhosa!
segunda-feira, 2 de março de 2026
A ilusão, a falta de conhecimento, e o fracasso inevitável
- quando se entra num corredor qualquer, o foco de atenção fica no final deste
- na aproximação da saida de um corredor, como é o caso dos cruzamentos, para onde se está olhando?
- no final do corredor quanto se tem que girar a cabeça para olhar primeiro para um lado e depois para o outro. Quanto maior o giro de cabeça, maior o tempo para visualizar o todo, quanto maior este tempo menor o tempo de reação e de segurança.
- quando alguém que vem pelo corredor tiver uma SUV ou qualquer outro veículo grande formando paredes laterais na aproximação da esquina, qual o tempo de visualização e reação que o motociclista tem para o que vem em diagonal?
- caso o corredor cruze uma rua, no momento do cruzamento o motociclista tem muito menos rotas de fuga para evitar uma colisão. O caminho natural é seguir pelo corredor.
- como é realizada a fiscalização da velocidade dos motociclistas?
- como sempre foi a fiscalização de velocidade? Como é a lei relativa?
- como parar um motociclista infrator que vem num corredor estreito no meio de uma avenida? Como deter um motociclista fechado num corredor que tem atrás vários outros motociclistas?
- como a lei trata este problema?
- etc...
sábado, 28 de fevereiro de 2026
O paralelo entre um ciclista e este país
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
A república do rabo preso. E os que abanam o rabo.
Tanto quanto A república do rabo preso, somos A república presa numa comunicação errada, ineficiente, a bem da verdade, imbecil. Os fatos, estarrecedores, estão aí faz muito e não fizemos absolutamente nada, a não ser continuar numa conversa de compadres num botequim ou a não parar de apontar o dedo no nariz do diferente enquanto vomita seu fanático posicionamento envenenado contra os que não rezam a mesma cartilha messiânica/populista. No meio do embate estupido destes ineptos, para dizer o mínimo, como que delirando o quanto o silêncio e a falta de ação é o único a se fazer, está a maioria, tão inocentes úteis e devastadores quanto os fanáticos mais cegos. Quem vomita verdades está doente, contaminado por mentiras, mais mentiras, mais mentiras. Goebbels venceu, e venceu sem saber que os ditos de direita e esquerda, tão iguais, tão gêmeos siameses em seus propósitos, embarcaram e remam o mesmo populismo devastador para o país, acreditando que não para eles próprios.
Quem cala e se abstém deve ser encaixado no "a ignorância é uma benção" ou numa covardia suicida?
O Brasil está muito doente, doença que se agrava a cada dia, praga coletiva. E nós, brasileiros, estamos ao lado do moribundo num silêncio macabro.
A república do rabo preso, não é uma denuncia, mas descreve fatos que só podem ser descritos como psicopatia generalizada, coletiva.
Um mínimo de leitura sobre pacientes psiquiátricos aponta o básico do básico para obter resultados no tratamento: ter uma comunicação correta entre os familiares e amigos. Ou, informar se e conscientizar se sobre o que realmente se trata e quais caminhos seguir. E principalmente comunicar se com o próximo de maneira apropriada, respeitosa. Respeitosa! Do contrário se vira refém da situação descontrolada, que é exatamente o que está acontecendo neste país.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Eu não consigo? Não consegue?
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Selo de qualidade IMETRO?
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Foi ele, foi ele, o meu não fez nada!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Ciclovia Faria Lima. Só ela virou uma bagunça?
No meio de 4 amigos, ex ciclistas profissionais com respeitáveis currículos, inclusive internacionais, ouvi deles sobre o medo, ou pavor, de pedalar nas ciclovias de São Paulo. "Prefiro peladar no meio dos carros, que é muito mais seguro. Este pessoal que pedala na ciclovia não faz ideia do que faz, além de serem grosseiros" soltou um deles seguido da concordância dos outros, e risos de todos. Não dou nomes aqui, mas digo que são reconhecidos e bem respeitados fora do Brasil, venceram provas e campeonatos do calendário internacional. Aqui são desconhecidos, por isto não servem de exemplo, não podem deixar um legado social que gostariam. Aos que os ouvem, ensinam regras importantissimas de tecnica, convivência, condução e respeito ao próximo, básico para qualquer ciclista.
Como está num dos comentários feitos aqui (no artigo do Estadão), falta educação, com certeza. Falta não só educação, a básica, aliás, a básica do básico, mas falta um minimo de civilidade, ou pior, civilidade.
A introdução da bicicleta ganhou importância mundo afora, não só pela questão da mobilidade, mas muito mais pelas transformações individuais, sociais e na qualidade de vida urbana que sua presença e uso trouxe e traz. Diminuição da violência, melhora da qualidade de vida do usuário, com acréscimo de 7 anos de vida, redução dos custos com saúde pública, melhora da micro economia local, melhora dos indices escolares dos filhos, melhora da produção no trabalho, melhora da percepção ambiental com consequente melhora do ambiente em geral, melhora do verde e qualidade da água, etc..., é o que mostram pesquisas internacionais sobre o ocorrido mundo afora.
Mesmo num centro urbano tão saturado e confuso como NYC, a introdução bem realizada da bicicleta (no cidade sustentável de Janette Sadik Khan) trouxe e segue trazendo benefícios muito além da mobilidade. Ganharam todos, ganhou toda população, ganhou a economia, ganhou a cidade, ganhou os Estados Unidos. Bicicleta bem introduzida é um ganha ganha, o que já não resta dúvidas desde 1972 quando Amsterdam e outras cidades decidiram implantá-la como parte de um extenso programa de recuperação social e urbana.
O problema que temos aqui é que Brasileiro não faz ideia do que é ou deveria ser uma cidade. Nossa noção de civilidade para no selfie, fenômeno social que nos tornamos campeões mundiais. Salve-se quem puder. Eu tenho direito. "Eu tenho direito" vem sendo discurso recorrente, se pode dizer doutrinação. Esperar o que dos usuários das ciclovias implantadas, incluindo aí os que treinam na Ciclovia do Rio Pinheiros e que não fazem ideia sequer do que é etiqueta esportiva?
No geral, como é de se esperar, "você sabe com quem está falando?". Este é nosso problema.
Perdemos uma oportunidade de ouro com a forma como a bicicleta foi e continua sendo estimulada. Não é "a bicicleta, pela bicicleta, para a bicicleta" como foi (im)posto, mas sobre a cidade, sobre os cidadãos e no que a bicicleta pode auxiliar na mudança para uma melhora geral, para tudo, para todos, sem exceção.
Sim, "quantos km a mais melhor" foi ideologia, populismo eleitoral. Aliás não foi exceção, mas atendeu a regra geral de como se programa este país. Jogou-se dinheiro público no lixo com kms e kms de segregações que praticamente ninguém usa. Os próprios envolvidos no processo confessam que foram uns 25%. Hoje tem quem fale em bem mais.
Não só daria, como deveria ter sido feito diferente. Importantes ONGs internacionais estiveram aqui trazendo expertise sobre como introduzir a bicicleta da melhor forma. Esforço inútil. "Nós somos diferentes e fazemos do nosso jeito". O desastre está aí. Transformar uma cidade não se faz com libertinagem imobiliária, de transporte e mobilidade, como a que estamos vivendo. A experiência dos outros é preciosa, mas quem de nós se interessa? "Eu quero o meu. Eu tenho direito". E... Selfie!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Corporativismo perverso geral e irrestrito
A melhor definição sobre o Brasil é 'corporativo'. A melhor definição sobre quem somos está no "Você sabe com quem está falando?", aplicável a todos, de todas camadas sociais, sem exceção. Por que não mudar o lema da bandeira brasileira, de Ordem e Progresso para Você sabe com quem está falando?, seria mais honesto.
Corporativismo perverso geral e irrestrito, sempre fomos ou nos tornamos? Corporativismo perverso geral e irrestrito estamos, e não há qualquer sinal de interesse para uma mudança. Leia os jornais. "Eu não sou assim!", dirão indignados a esta minha afirmação. Numa sociedade tão corporativa, se não for corporativo dificilmente se sobrevive, social e ou financeiramente.
Virá o discurso que corporativismo e prepotência é coisa da elite, qualquer que seja, a que manda ou do dinheiro. Besteira pura. Nas favelas ou você cala a boca ou vai se dar muito mal; exatamente como na elite. Corporativismo de sobrevivência. Pobre não é imbecil, sabe as regras do jogo, ou você imagina que na cabeça deles o celular comprado de um garoto que custa tão baratinho veio de onde? Celular e outras muitas coisas. Aliás, sejamos honestos, a mesma regra de compra se aplica a todas camadas sociais.
Sabe com quem está falando? É discurso só dos poderosos? Quando o pedreiro, encanador, funcionário qualquer simplesmente some, e você não pode fazer nada, e não faz, é o que? Ele sabe que está protegido por uma forte rede corporativa, copiada com inteligência e qualidade daqueles que cantaram de galo no passado.
Os três Poderes deste país tem certeza que atos absurdos não terão consequência. Nós calamos. Nós, a mortadela, os que estão entre os religiosos, crentes nos dois milagreiros que estão aí. Calamos por telhado de vidro, ou medo do corporativismo? Ou os dois juntos?
E aí vem a pergunta: que país você quer? Melhor, como nós brasileiros perdemos a noção do que é um país, o que é um macro coletivo, pior, o que ou quem é o outro, a pergunta correta é "Que vida você quer?". Selfie!
Um corporativismo suicida só existe quando o medo da transformação impera. Melhor, o medo de agir, de se posicionar, de pensar. "Se eu for diferente fico sozinho". Que medão!
Todo ato tem uma consequência. O que acontece quando ninguém entende que todo ato tem consequência? O que acontece quando todos acreditam piamente que tem poder, que são o poder, que são a autoridade?
Muito obrigado Camila Farani pelo ótimo texto e pela coragem.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Sutiãs como exemplo. Nós, os consumidores, e funcionalidade, aparência e manufatura.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Facilitar a CNH é tão parecido com cloroquina!
Por onde começar? Em qualquer situação grave e de emergência, começa se por analisar dados o mais precisos possível, o que não temos no Brasil. Brasileiro não é afeito a dados e informações de qualidade, principalmente porque põe em cheque tanto a autoridade e mais ainda o populismo. Em qualquer sistema de segurança a precisão de dados é o único caminho para se chegar à segurança. Simples, os dados que temos sobre acidentalidade no Brasil são rasos, pouco servem para de fato controlar a barbárie que vivemos. A estrutura de coleta de dados, perícia e legistas, é precária, para dizer o mínimo, os B.O.s têm diferenças de um lugar para o outro, e sei lá como é feita a coleta e análise dos dados existentes. Isto sem contar com interferências corporativas ou políticas.
A meu ver, o primeiro passo seria saber com quem se está falando, o que guardo meu direito de acreditar que as autoridades não sabem bem. Sem isto a comunicação fica difícil ou literalmente impossível, e resolver o problema mais ainda.
Finalmente, o populismo de facilitar a CNH é tão parecido com cloroquina!
Aliás, tem mais um detalhe que ia esquecendo: não haverá um business lucrativo aí? Sim, business, negócio, dindin, dinheiro rolando. Mas isto é uma outra história que fica para uma outra vez.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Não ficar quieto. Não ficar só nas críticas durante a cervejinha
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
As leis brasileiras, o 'advogues', e a enganação legal
As leis brasileiras são para iniciados, não para leigos. Não saber ou não entender um contrato não é exclusividade da nova geração, mas uma realidade perene neste país. O famoso 'advogues', ou escrever para que só os próprios entendam ou até que nem eles realmente entendam, mas afirmem que entenderam, é uma realidade incontestável. Além do mais, é trivial deixar o que interessa na incerteza contando que a morosidade,ou, melhor, a baderna do judiciário tardará ou nunca chegará a um veredito.
Cair numa cilada jurídica neste Brasil é trivial. Neste caso em específico, o que aconteceu deveria ser investigado a fundo. Os contratos duvidosos são só um pequeno detalhe frente a deformação urbana e suas consequências sociais que vem causando. Acredito que os que deram a largada a esta baderna vão sair sem sequer bater a poeira de suas roupas de grife.
O interessante é que mais uma vez os que entendem de fato do recado calaram. Por que será? Quem não entendeu que se vire.
sábado, 17 de janeiro de 2026
As imagens dos tiros do agente da ICE em Ms. Good
Quem está seguindo a investigação sobre a abordagem do ICE, seguida de tiros que mataram Ms. Good, tem tido a oportunidade de ver e ouvir várias versões sobre o que aconteceu vindas de todo tipo de gente, de políticos, militantes, especialistas, cidadãos e aproveitadores de todo tipo. No meio desta enxurrada vi defensores da ação do ICE usando vídeos que aposto foram reeditados, talvez até por inteligência artificial. Num deles, a SUV de MS. Good atropela o policial e quase o derruba. Ilusão ótica induzida pela narrativa? Pode ser.
Achei estranho porque desequilibrado o policial, como parece ser em algumas entrevistas que relatam que ela jogou o carro em cima, provavelmente não teria condição de disparar três tiros tão precisos.
Não sou especialista, não estou tirando conclusões. Acho muito estranho o mesmo ponto de filmagem gerar imagens, sequências tão diferentes, ou pelo menos levar o público a chegar a esta conclusão.
Acho deprimente que uma pessoa tão calma, como fica claro no momento que ela diz sorrindo para um policial algo como "não tenho nada contra você", tenha acerado para matar, e acabado morta da forma como foi. Mas não é meu ponto aqui.
Eu já vi uma meia dúzia ou mais de entrevistas e comentaristas. Ou estou completamente gaga, louco, cego, ou a mesma coisa é diferente conforme o interesse de quem fala. Sim, eu sei que é, sempre foi, mas não me lembro de tamanha diferença entre o que foi divulgado. Filmagens diferentes? A princípio pensei, mas depois gritou em mim que era o mesmo, mas diferente.
O que realmente me assusta é que tenho a nitida sensação que imagens retrabalhadas estejam servindo como base de defesa de pontos de vista, e que estas possam chegar aos tribunais. Pior, muito pior, que emissoras de grande poder de divulgação, com grande público, estejam colocando no ar versões diferentes criadas ou editadas a partir de uma gravação original. Mais, é muito mais que um absurdo (literal) que as editorias não tenham checado a originalidade do material divulgado. Ou, a veracidade do fato divulgado. Sim, eu sei, acontece cada vez com mais frequência
Esta entrevista na CNN, mostrando e explicando frame a frame, joga luz no que realmente aconteceu.
Que loucura estamos vivendo? Vai ao gosto do freguês, não importa as consequências? Pelo jeito, vai! Ou, vai mesmo, eu que sou um tônho. Do fundo da alma, espero que eu esteja completamente gaga e que a sensação que tive nesta enxurrada de notícias esteja errada, mas provavelmente será uma questão de tempo para o IA ir mais fundo do que as atuais fake news.
Sobre edição da verdade, sempre aconteceu. O que assusta é a entrada de um novo player, o mesmo que já não perde mais no poker e jogo de xadrez. O que será do judiciário?














