quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A república do rabo preso. E os que abanam o rabo.


Meu comentário abaixo não foi publicado, provavelmente por uma besteira minha com o funcionamento do aplicativo do Estadão.

Tanto quanto A república do rabo preso, somos A república presa numa comunicação errada, ineficiente, a bem da verdade, imbecil. Os fatos, estarrecedores, estão aí faz muito e não fizemos absolutamente nada, a não ser continuar numa conversa de compadres num botequim ou a não parar de apontar o dedo no nariz do diferente enquanto vomita seu fanático posicionamento envenenado contra os que não rezam a mesma cartilha messiânica/populista. No meio do embate estupido destes ineptos, para dizer o mínimo, como que delirando o quanto o silêncio e a falta de ação é o único a se fazer, está a maioria, tão inocentes úteis e devastadores quanto os fanáticos mais cegos. Quem vomita verdades está doente, contaminado por mentiras, mais mentiras, mais mentiras. Goebbels venceu, e venceu sem saber que os ditos de direita e esquerda, tão iguais, tão gêmeos siameses em seus propósitos, embarcaram e remam o mesmo populismo devastador para o país, acreditando que não para eles próprios. 

Quem cala e se abstém deve ser encaixado no "a ignorância é uma benção" ou numa covardia suicida?

O Brasil está muito doente, doença que se agrava a cada dia, praga coletiva. E nós, brasileiros, estamos ao lado do moribundo num silêncio macabro.

A república do rabo preso, não é uma denuncia, mas descreve fatos que só podem ser descritos como psicopatia generalizada, coletiva. 

Um mínimo de leitura sobre pacientes psiquiátricos aponta o básico do básico para obter resultados no tratamento: ter uma comunicação correta entre os familiares e amigos. Ou, informar se e conscientizar se sobre o que realmente se trata e quais caminhos seguir. E principalmente comunicar se com o próximo de maneira apropriada, respeitosa. Respeitosa! Do contrário se vira refém da situação descontrolada, que é exatamente o que está acontecendo neste país.

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